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    terça-feira, março 14, 2006
    Venom-Black Metal


    Costumo falar que os quatro pilares da música pesada está nas 4 bandas seguintes: Black Sabbath, Slayer, Venom e Napalm Death, e por razões muito obvias. Quem pensa que o Black Metal é de alma norueguesa está muito enganado quanto a isso, o Black Metal nasceu na Inglaterra com o Venom, com o lançamento do revolucionário "Welcome To Hell" em 1981. A Inglaterra é o berço revolucionário da música, primeiramente por ter inventado o rock com os Beatles, inventado o metal com o Black Sabbath, mas a Inglaterra também pode ser considerado o berço da música pesada, pois além do Black Metal inventado pelo Venom, lá nasceu o Grindcore, fundado pelo Napalm Death.

    O curioso é que nasceu meramente ao acaso, pode acreditar! Se você acha que o Black Metal é seguir a ideologia a risca, fazer corpsepaint, viver de cara fechada e querer matar criancinhas, está bastante enganado mesmo. Numa entrevista a Blitz, Cronos revelou que a banda não sabia que havia inventado um novo estilo, segundo ele o objetivo do Venom era ser a banda mais barulhenta do mundo e pegar o maior número de garotas possíveis (pelo menos o primeiro item, na época eles conseguiram)!

    E foi um bico na cara de qualquer um, o Venom acabava se transformando num mito real, algo de influencia para a música pesada que jamais seria esquecido com o tempo, e uma prova disso é o segundo álbum da banda, o antológico "Black Metal", que irei resenhar, com a formação do lendário Conrad "Cronos" Lant no baixo e vocais, Jeff “Mantas” Dunn nas guitarras e Tony “Abaddon” Bray na batera.

    O álbum começa com um hino do metal e do Black Metal, quanto a isso o nome da música já diz tudo: "Black Metal". A faixa abre o álbum como um disparo, um massacre de agressividade com a guitarra arranhando sua cabeça e Cronos profanando frases de apreciação ao metal e a escuridão, e a bateria bem ao estilo do Thrash Metal. Pausas na música fazem você querer profanar junto com Cronos, frases como: “Lay down your soul to the gods rock `n' roll”, que seria nada menos que “Dedique sua alma aos deuses do rock n’ roll”. Faixa totalmente empolgante e imortal!

    "To Hell And Black" dá continuidade ao Black Metal do Venom, faixa com levadas simples na bateria de Abaddon, mas pelo fato de ser até de certo modo simples, dá um charme a faixa, palhetadas frenéticas de Mantas ao fundo, dando destaque para a base do baixo e o vocal de Cronos, que com seus vocais rasgados berra outro refrão marcante, que é justamente o título da faixa “To Helll... And Blackk!”. Faixas simples e que mesmo sendo simples conseguem demonstrar o espírito do Metal e do Rock N’ Roll.

    "Buried Alive" começa com um clima bem sombrio, cuja a letra também é bem sombria com apenas a guitarra de Mantas fazendo acordes calmos e com o Cronos sussurando calmamente, até a bateria entrar mais e Cronos aumentar o tom de sua voz, assim começa a faixa que consegue manter o mesmo clima, a mesma magia, com a guitarra de Mantas fazendo solos muito bem elaborados, fazendo a faixa soar como um Heavy/Black Metal, mostrando a criatividade da banda.

    "Raise The Dead" volta com ritmo empolgante, fazendo lembrar algo como Motörhead, batidas simples na bateria de Abaddon, a guitarra dando um aspecto rock n’ roll, e Cronos cantando com seu vocal mais do que rasgado o refrão “We .... will raise the dead!”, quem é amante de um metal antigo de base de surgimento Thrash Metal, irá amar a faixa!

    "Teacher’s Peat" começa com uma guitarra um tanto hilária, para dar seqüência a palhetadas nervosas de Mantas, e na sátira frase de Cronos “Good Morning Class”, a faixa é totalmente engraçada, talvez uma das mais engraçadas que já pude ver no Metal, não a como não dar gargalhada com “Teacher caught me masturbating underneath the desk” que significa “A professora pegou me masturbando debaixo da mesa”, a faixa é muito boa, com algumas mescladas de Thrash Metal e acreditem: até algumas levadas bem blues na guitarra! A faixa para um tempo com os vocais isolados gritando, parecendo uma bagunça de sala de aula, para dar seqüência a uma porrada na orelha! Não a como não se encantar com coisas desse tipo.

    "Leave Me In Hell" dá seqüência à destruição empolgante do Venom, com riffs simples e cativantes, e de volta às letras infernais, fazendo qualquer amante da música pesada enxer os olhos. Uma leve pausa para pular, com direito a um belo solo de guitarra de Mantas, e a volta mais empolgante ainda com um Black Thrash Metal de moer os ossos, vocais rasgados nervosos ecoando na sua cabeça “Leave Me In Hell!” para sacudi-ló.

    Que riff mágico! "Sacrifice" abre com um riff fudido! A faixa é outra para se moer de bater cabeça, e mais vocais nervosos de Satan, ou melhor, Cronos, linhas de baixo bem influentes que não deixam espaços para a realizações dos mitológicos solos de Mantes, e pausando no refrão para fazer a galera cantar junto “S.A.C.R.I.F.I.C.E!!”. O Venom é de destruir!

    "Heaven’s On Fire" começa com palhetadas alucinógenas, para seguir com um riff totalmente atordoante! É para abrir o hardcore! Porrada na orelha, com uma faixa totalmente cativante e hardcorizada, ou thrash metalizada, Cronos comandando seus ouvintes para queimar os céus com seu sou totalmente pirante! Apesar da faixa não ter um refrão certo, é uma das melhores faixas do álbum, é aquela indispensável para fazer mosh.
    "Countess Bathory" vem com um andamento mais cadenciado, com palhetadas sólidas de Mantas e os bumbos duplos de Abaddon esmagando os miolos no refrão, e a fúria de Cronos berrando no refrão, e como não poderia faltar, há um destaque para o feeling em guitarra de Mantas, e com um tema lírico bem Black Metal, como virgens, castelo, inferno e trevas.

    Outro riff para alimentar a horda dos amantes de Rock N’ Roll e Metal é "Don't Burn the Witch" , com letras bem obscuras, com versos como “Jesus Christ's left hand” e que no fundo é talvez uma critica ao cristianismo cego, faixa bem ao estilo de Countess Bathory, a guitarra faz acordes não muito rápidos, mas nem por isso deixa de ser agressivos. Batera penetrante de Abaddon e os solos cheios de sentimento de Mantas te levam ao delírio.

    "At War With Satan (Preview)" chega a ser assustadora, parecendo um ritual de magia negra para fechar o álbum, mas seria uma faixa para te preparar para o próximo álbum, cujo nome é exatamente At War With Satan, seria uma prévia para você sentir o que poderia vir do Venom e sentir esse lado obscuro que iria invadí-lo muito mais intensamente num futuro próximo!

    Sinceramente, é um fenômeno o álbum, é uma punhalada em tudo, o Black Metal teria nascido desta obra prima do Venom, o antológico álbum Black Metal, que é um álbum relativamente simples, soando como um Thrash Metal com pitadas Heavy e muita paulada, sem blast-beats, mas que mesmo assim entrou para a história da música, junto com álbuns inventores de estilos e de bandas legendárias como "Scum" do Napalm Death, "Black Sabbath" do Black Sabbath, "Kill’Em All" do Metallica, "Show No Mercy" do Slayer e alguns outros que quanto mais anos se passam, mas são inesquecíveis e sempre serviram de influencia para todo um estilo, e no caso do Venom, influenciou não só o Black Metal, mas o Thrash Metal e o Death Metal.

    Pena que o Black Metal hoje está se tornando uma piada, com essas merdas de Black Metal Sinfônico (como eles inventaram uma merda tão grande?), Black Metal Nazista (olha que coisa idiota), pouquíssimas bandas se salvam no estilo, e é uma pena que tenha acontecido isso, em pensar que na época era um estilo que encantava tanto, e que sem dúvida, se o Black Metal estivesse mantido o espírito que o Venom tinha, com certeza seria mágico.

    E encerro com a clássica frase: “Lay down your soul to the gods rock `n' roll, Black Metalll!”

    Marcadores:

    posted by Dark at 10:13 PM

    9 Comments:

    Anonymous zero disse:

    Um dos poucos discos de Black Metal que eu não considero uma piada forçada revestida de pretensão... O Venom nunca veio com discursinhos sobre a glória de tocar Black Metal, a glória de ser branco, a glória de ser cabeludo e coisas ridículas do gênero.

    A resenha, como sempre, ficou boa, gostei. Pra quem não conhece, é uma indicação muito boa.

    Abraço ae (;

    11:00 PM  
    Blogger Loveless disse:

    Melhor que Dimmu Burguer!

    2:08 PM  
    Blogger Vitor disse:

    Ah, nem gosto de Black Metal mesmo :P

    11:10 PM  
    Anonymous Octavio_B. disse:

    Não gosto de Black Metal, mas Venom é legal

    1:56 PM  
    Anonymous Marco Túlio disse:

    Ae ORC...
    è foda cara...em todo lugar o Black Metal é bem discriminado mesmo, agradando a poucos, temos a prova aí em cima né...
    Mas esse não é o caso...
    Puta merda...a resenha ficou muito boa cara !
    Esse álbum é foda demais cara !
    Tá que eu sou um pouco suspeito pra falar algo sobre ele né!
    Mas não tem quem fale mal desse álbum, é totalmente empolgante e cheio de uma atmosfera que vai te consumindo!
    Ahhh ! É muito foda !

    Parabéns ae pela resenha cara !
    Grande Abraço !

    3:03 PM  
    Anonymous mudweb disse:

    Porra, muito boa a resenha Zero _\o/

    Abraços

    Guilherme

    5:06 PM  
    Anonymous Zurker Orker disse:

    MANU...ESSE CD EH O MELHOR DI TDUS MANU
    KRA...VALE KDA CENTAVU!!!!!!!!!!
    MTU BOM U REVIEW MANU!

    11:31 PM  
    Blogger daniel disse:

    Vejo mesmo aqui que há um rapaz despretencioso que fala certo. Black Metal é Venom. Bem declarado piá... Tu mesmo dizestes por duas veces (SIC) "“Lay down your soul to the gods rock `n' roll, Black Metal!". Têm carinhas por aí que falam e falam sem pensar... Eu digo assim: "e quem naquele tempo, teria coragem e saco pra mandar brasa que nem o Venom fazia!!"... Favor gente, mais respeito pelo velho e bom black metal... Ok, that's all guys, thanks again for you, blogger-boy, very nice your succint review about these black masters: the poisoned VENOM!!.

    11:54 PM  
    Anonymous Anônimo disse:

    uauauauauauaua
    venom????
    ta certo q foram percursores mas....
    black metal? kkkkkkkkkkk
    ta de brincadeira...!
    hail!

    5:31 PM  

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