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    sexta-feira, março 03, 2006
    Metallica-Metallica



    Álbum marcante. É como podemos definir o “Black Album” do Metallica. Mas aí ta, você pergunta “Senhor resenhista, porque o álbum é marcante?”. Ok, primeiro que na época que ele foi lançado, o Metallica já havia ousado com o “...And Justice For All” que vendeu como água, de repente eles lançam algo mais ousado ainda, que atingiria o público mais ainda e faria a banda ser mais conhecida do que nunca! E foi o que aconteceu, era Metallica aqui, Metallica ali, você conhecia Metallica mesmo sem saber o que era o maldito Thrash Metal, porque até aí, o Metallica nem era o Thrash Metal mais básico, já tinha evoluído mais do que o resto das bandas da Bay Area, Alemanha e o cacete. Segundo que a turnê desse álbum foi gigantesca, durando mais ou menos quatro anos. Finalmente, o terceiro e ultimo motivo: Os fãs dos trabalhos antigos do Metallica ficaram putos, afinal, onde estava a agressividade do “Kill ‘Em All”, “Master Of Puppets” e etc?
    Ou seja, “Black Album” é tipo um divisor de águas para o Metallica e para o Metal em geral. Aqui você pode esperar de tudo, menos clichezinhos metálicos, como letras sobre uma guerra da Noruega que ninguém nunca ouviu falar e proteger o nome do Metal, o álbum trata primeiramente do ser humano e seus mais variados sentimentos, desde tristeza, solidão, raiva e etc.
    Na época, a banda era composta por James Hetfield nos vocais e na guitarra, Kirk Hammet também na guitarra, Lars Ulrich na bateria e Jason Newsted no baixo.
    Vamos à resenha, porra!

    De inicio já vem uma das canções mais belas e famosas do Metallica. É “Enter Sandman”, um hino, uma lenda de música que tem até clipe e tudo mais! Riff lento e memorável que todos nós, fãs de Metallica ou não conhecemos. E então Hetfield mal começa a cantar pra já dar espaço ao refrão totalmente grudante e super conhecido. Logo após o solo(e que solo!) vozes começam a falar, dando um ar que chega a ser até macabro. Depois disso, James começa a cantar novamente aumentando o tom até finalizar a música. É mágico, cara.

    Sad But True” começa como um alerta, como se houvesse algo pesado e monstruoso chegando, é uma das melhores letras do Metallica com certeza.
    É o bom e velho Thrash Metal só que com uma “melodia-não-cansativa”. Aqui, Hetfield canta com um sentimento de ódio que qualquer um consegue notar, como se conversasse com uma parte dele que era desconhecida até então. Nessa “descoberta”, a música não ameniza nem um instante se quer, é fantástica.

    Que porra é essa?! Isso aqui te faz tremer! É “Holier Than Thou”, um soco no estomago de hipócritas cretinos, santinhos fingidos, dando uma boa lição, humilhando e cuspindo em cima. O riff e o ritmo da bateria te hipnotizam de tão frenético. O solo é muito lindo também, dando espaço até para um “mini-solo” de baixo.

    Agora, vem uma das baladas que todos conhecem, mesmo não sabendo nem o que é Metallica. “Unforgiven” abre calma e melancólica, só aí já dá uma agonia, uma tristeza repentina. Hetfield canta de um modo muito triste, melancólico. A letra parece tratar da vida, ou do isolamento causado por outras pessoas mais especificamente. É uma música muito bela, uma das obras de arte do Metallica.

    Wherever I May Roam” tem um inicio que lembra muito música árabe até as coisas ficarem mais pesadas e os riffs dispararem com tudo. A letra dessa faixa parece tratar de um “nômade” dos tempos modernos, ou um vagabundo que vive viajando totalmente solitário. É uma música muito boa, não fica pra trás comparada as outras.

    Don’t Tread On Me” começa com bateria e guitarras a todo vapor e com o refrão já sendo cantado de imediato. O solo dessa música é fantástico, você nota de cara que o Kirk demonstra um feeling do caralho! É uma música linda, não no sentido de bonitinho, se é que me entende.

    A música agora é “Through The Never”. Chega a lembrar o Thrash Metal clássico da Bay Área, conseqüentemente, lembra o Metallica “antigo” que é cheio de fãs devotados e tal.
    A música é pesadíssima, com riffs arrastados e um tanto quanto lentos. A letra é muito, como posso dizer, cheia de interpretações, principalmente por ser um tanto confusa e nem todos conseguirem entende-la.

    A melhor música do cd sem dúvida alguma, a melhor balada do Metallica, uma das melhores músicas já feitas, uma pérola do Metal e do Rock em geral.
    Nothing Else Matters” todos conhecemos, amamos e cantamos juntos, ficamos até melancólicos ao cantar junto com James. A letra é linda, forte, deixando as coisas à mostra, confessando. É surpreendente o sentimento que a música passa, tudo nela é incrível, tanto a banda quanto à orquestra que monta o fundo. É uma das poucas músicas que nós podemos chamar de perfeitas sem hesitar ou duvidar.

    Outra que começa botando pra quebrar. “Of Wolf And Man” é uma das letras mais legais do Metallica, trata da mudança de forma do homem para um lobo ou então um lobisomem, mas pode ser interpretada de outra maneira também, como o seu interior se liberando e te mostrando algo que você nem imaginava que existia dentro de si. Claro que a primeira interpretação é a mais certa pela letra óbvia. Enfim, a música é excelente, principalmente pelo refrão grudento.

    Um baixo anuncia a chegada de “The God That Failed”. A música tem um clima de ódio e indignação, muito legal. A letra é sobre uma experiência que Hetfield passou. Sua mãe estava muito doente, mas podia ser salva com o tratamento correto, ela preferiu acreditar em Deus e achou que a sua fé a salvaria da morte, coisa que infelizmente não aconteceu.

    Outra música que se inicia com o baixo de Jason que dá logo espaço para um riff pesado e arrastado que começa a aumentar a rapidez em pouco tempo. É “My Friend Of Misery”, uma das faixas que eu mais gosto do álbum. Na letra, Hetfield parece aconselhar uma pessoa que carrega tudo em suas costas, dizendo que no fim, ele poderá acabar na miséria.
    A música tem um momento de calmaria que segue com um solo muito bom.

    Para fechar com uma chave de ouro reluzente, surge “The Struggle Within” com a bateria a todo vapor, como se anunciasse a entrada da música. É uma música bem rápida, exceto no refrão que além de dar uma amenizada, fica mais vagarosa. O solo é a melhor parte! Variando daquele speed que todos conhecem pra algo do Metal mais clássico.
    Faixa certa para terminar o cd, excelente como todas as outras.

    O “Black Album” é uma obra prima na história da música, um álbum com letras magníficas, melodias excelentes e um sentimento enorme.
    É um soco na cara de pessoas que acham que as bandas não podem ousar e mudar, se não, viram lixo, e um presente para os amantes da boa música.
    É, sem dúvidas, um álbum que vai ficar gravado na minha vida como um dos melhores que eu já escutei e resenhei.
    É Metallica e Metallica é foda, entendeu?

    Ah sim, um obrigado especial aos meus colegas do blog que tiveram a paciência de me esperar meses para fazer uma resenha. (:

    Marcadores:

    posted by Sam at 11:55 PM

    6 Comments:

    Anonymous zero disse:

    Esse cd é foda, e sua resenha está à nível dele. Sério! Bem resenhado, analisado e mais um monte de 'ados'. Está, de fato, de parabéns, Sammy. Sua melhor resenha.

    \o

    12:12 AM  
    Anonymous Dark disse:

    Ta aí um álbum subestimado por muitos, um álbum excelente, + eh o q eu falo, ele seria excelente se fosse qualquer outra banda, + ficou fraco pois se refere ao Metallica.

    Me entende, não há como comparar um álbum destes com o Kill'Em All, totalmente diferente, mas principalmente pela porrada na orelha e o trabalho do trabalho anterior o And Justice For All que o Black Album ficou um tanto a baixo da média...

    E não acho que o Metallica ficou a frente de todas as bandas de bay area e thrash alemão por mudar a sonoridade, o Metallica acabou ficando para trás de 2 bandas que conseguiram uma evolução tanto sonoricamente como liricamente que foi o Megadeth na época com o Rust In Peace, e o Slayer principalmente, com um dos álbuns que mais se chegaram a perfeição que foi o Seasons In The Abyss, ambos álbuns históricos no meio metal e ambas as bandas não deixaram a desejar em nenhuma quesito, se referindo ao thrash metal e ao metal em geral, bandas que evoluiram e que levantaram mais fãs ainda, e mantendo os velhos fãs, que vieram a loucura com essa evolução. Já o Metallica mudou muito, dando um pé nos fãs, que decepcionaram bastante e a quem diga que foi influencia do mainstrem e acabou ficando para trás.

    Repito, black álbum é um álbum excelente, porem muito aquem da evolução que se esperava do Metallica, e talvez por isso se torne um álbum subestimado.

    A resenha tá ótima, e é bom ver vc postando novamente Sam, espero que poste + vezes.

    12:25 AM  
    Blogger Vitor disse:

    Não gosto de metal, mas pelo que deu pra ler o Cd parece ser legal. Ficou legal a resenha, seu putão malaco ._._|_ E PARA DE BRIGAR COMIGO ;.;

    12:26 AM  
    Anonymous dessa disse:

    olha

    eu sou leiga
    nao gosto de metal
    mas

    AUHUAHUAH OE SAMSORS
    poxa, qq eu posso falar?
    sie lá

    bjo
    AMO

    6:13 PM  
    Anonymous BOÇA (louie) disse:

    MEU!!!
    MELHOR RESENHA QUE EU JÁ LI NA MINHA VIDA MEO! GENIAL! MUITO BOA! AMEI! MELHOR RESENHA EVERRRR!QUERO BEIJAR O RESENHISTA QUE ESCREVEU ISSO!DEVERIAM PUBLICAR NO NEW YORK TIMES!!!

    --------

    Ficou ótimo,Sam ;D

    12:33 AM  
    Anonymous cherry disse:

    nossa o black album é o melhor *-*
    tipo, o white album dos besouros :D

    12:38 AM  

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