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    segunda-feira, fevereiro 21, 2005
    Aerosmith-Rocks



    Um disco impressionante. Literalmente. Não por ser clássico absoluto do Hard Rock e ter sua presença obrigatória em qualquer lista de álbum ao menos sensata, mas por ter como palavra de ordem "solta os bicho!". Do começo ao fim, sem tirar nem pôr, é Rock And Roll com raízes no blues, furioso e selvagem, gritado e melodioso, poderoso e pesado, romântico e sacana, e ter sido moldado de forma única: Elaborado, alegre e agressivo, acabando aí com qualquer encaixe em Punk Rock, Heavy Metal ou o Hard Rock comandado por Led Zeppelin, respectivamente. Arranjos fáceis de serem captados, refrões de saírem cantarolando e peso fazem o álbum ainda mais delicioso de se ouvir.

    Isso é fato. 6 anos de carreira e 3 discos lançados, o Aerosmith não só limpava fama de serem bandas-cópia do Rolling Stones, como já havia feito um barulho enorme em terras americanas, com o álbum "Toys In The Attic", que trazia os clássicos "Sweet Emotion" e "Walk This Way".
    O terreno já estava preparado, então para os Toxic Twins, Steven Tyler (vocal) e Joe Perry (guitarra), lançarem junto a seus comparsas Tom Hamilton (baixo), Joey Kramer (bateria) e Brad Whitford (segunda guitarra), o petardo sólido, pesado e arregaçador, Rocks.

    Por quê seria tão bom assim?
    Colocando o cd no player, tecle "play".

    A introdução de "Back In The Saddle" faz o ouvinte mais desavisado quase cair da cadeira! No melhor estilo velho oeste, Joe Perry toca a guitarra de forma cavalgada e furiosa, somada a marcação de Joey, o forte sustento de Brad e Tom, abrem caminho para Steven literalmente se acabar nos microfones. Vai berrar assim lá na... A música, ao mesmo tempo que faz cair o queixo, também provoca uma sensação de euforia. De matar do coração, sinceramente falando.

    Um início doce, romântico, que parece ser uma música que vai lhe arrancar lágrimas... lhe engana! De repente, não mais que de repente, o baixo de Tom Hamilton começa a soar dentro da sua cabeça, numa grandiosa linha funkeada. Essa é "Last Child"! Muito destaque para Brad Withford e Steven Tyler, a guitarra do primeiro aterroriza de tão incrível, e Steven berra no refrão, lança tons sacanas nos versos e tudo o mais, e com o adicional banjo de Paul Prestopino. Clássico do Rock And Roll.

    Agora a euforia não tem desculpas para invadir seu corpo e botar você pra dançar euforicamente, como um bobalhão. Sim, falo de "Rats In The Cellar", com uma energia quase punk, somada a ferocidade de toda a banda, o refrão marcante e o seu "berrador-de-frente" mostrando que não precisa provar que realmente sabe o que faz.

    "Combination", com guitarras a ferrar, ritmo empolgante, viagem musical, diversão, Rock And Roll, enxergar como é uma banda fazendo um álbum clássico, o prazer de ouvir. A faixa é boa demais e não se deve enrolar muito explicando o quão boa ela é.

    O início mágico de "Sick As A Dog", pouco constrata com o seu andamento para lá de viajante e dançante. Os pés a essa a hora batem no chão, acompanhando o ritmo. É realizada uma troca de instrumentos nessa faixa, Tom Hamilton toca guitarra, Joe e Steven dividem o baixo e fazem a música uma piração total, e um refrão a ser bradado com gosto. Para ser ouvida no talo enquanto se dança.

    Após um começo quase inaudível, entra a peso-pesado "Nobody's Fault". Fortaleza de poder, furadora de tímpanos, versando sobre um sentimento de culpa, Steven Tyler usa, em certos momentos, um tom de voz mais grave, mas em muitos momentos, estão lá os gritos, as rasgadas de voz, o tom sacana e a urgência furiosa de ser ouvido. As guitarras soam intensas aqui. Uma das músicas mais pesadas de toda a carreira da banda.

    "Get The Lead Out", mantém o clima 100% rock do álbum. Dançante, com vocais soando ousados, grandes guitarras, bateria marcante predominam a música inteira. Motiva o ouvinte a continuar dançando sem ligar para o resto do mundo e quem ver perguntar: "esse cara pirou?"...é...talvez o álbum comprometa sua sanidade mental, mas o êxtase de ouvir isso é indescritível.

    A mais dançante começa, "Lick And A Promise". Oh, não se preocupe, é natural que a essa hora a exaustão predomine, mas energia sempre há de sobra quando um conjunto de músicas o deixam eufórico. Talvez tenha a letra mais sacana do álbum, especialmente no refrão ("Lick and a promise, lick and a promise, he gave to ladies a lick and a promise"). Uma divertida viagem rock and roller.

    E quando parece que Joe Perry e Brad vão continuar lançando riff em cima de riff pra te amarrar, a cozinha de Tom e Joey vão te deixar em pânico quando Steven vier para arrebentar seus tímpanos com sua gritaria infernal de prima classe, o que pinta por aqui...é uma balada, a doce "Home Tonight". Steven interpreta a música de forma incrível, apoiado por backing vocals no refrão por créditos a Joey Kramer. Para relaxar depois de toda a porradaria, lembrar de quem se ama, e sem se sentir um criminoso por escutar música comercial, porque mesmo sendo balada, isso é rock puro!

    Depois, com a saída de Joe Perry (que voltaria em breve) , a banda caíria em ostracismo, sairia de lá com a parceria RUN DMC+Steven Tyler na regravação de "Walk This Way", se livraria das drogas, gravaria "Pump", veria as paradas de sucesso da MTV, lançaria baladas gêmeas ("Cryin' " e "Crazy"), lançaria mais alguns álbuns, e se mantém forte até hoje, com um excelente álbum novo de covers de blues, "Honkin' On Bobo" (após o bom "Just Push Play" e algumas coletâneas). Aerosmith recebeu elogios de um sem número de artistas de Rock, feito Sebastian Bach, Jon Bon Jovi e Jimmy Page, entre outros. Vá sem medo e tenha um clássico na sua coleção!

    Marcadores:

    posted by billy shears at 3:43 PM

    1 Comments:

    Blogger James Baker disse:

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    1:33 PM  

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