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    segunda-feira, outubro 31, 2005
    Slayer-Seasons In The Abyss


    "Slayer é diferente de qualquer outra banda, mesmo ao passar do tempo, eles sempre continuaram fiéis, mantendo o peso e a velocidade que a banda sempre teve. "– Kirk Hammet (Metallica)

    "Acho que o mundo é mais pesado hoje porque o Slayer existe." – Les Claypool (Primus)

    De fato, a introdução pra uma das bandas mais destruidoras que já pisaram na terra, e conseqüentemente uma das bandas mais importantes do metal que existiram e se eternizaram ao longo do tempo é sempre uma tarefa árdua para qualquer ser humano, e se tratando de Slayer, um fã como eu, fico sem palavras e só resta a me render de joelhos para os reis da brutalidade em forma de música, e o que o Les Claypool disse tem muita verdade nisso, pois Slayer é talvez a banda mais influente do metal pesado junto com o Venom, influencia direta para o death metal e o thrash metal, bandas como Vader, Entombed, Obituary tiveram influencias diretas de Slayer.
    E o mais impressionante é que se passaram mais de 20 anos de estrada e o Slayer continua fiel ao estilo, como Kirk disse, e é difícil encontrar uma banda que tenha mais de 5 álbuns acima da média, como é o caso do Slayer.

    Enfim, estamos diante de talvez o álbum que o Slayer atigiu a perfeição desejada. Fizeram um Reign In Blood rapidíssimo, talvez o álbum mais rápido da época e em seguida fizeram um álbum com mais groove, o South Of Heaven. No Seasons In Abyss foi à medida certa, a mistura ideal de velocidade, peso e groove que a banda conseguiu chegar, e o quarteto imbatível composto por Dave Lombardo na batera, Tom Araya no vocal e no baixo, e a dupla mais afiada do Thrash Metal nas guitarras Kerry King e Jeff Hanneman, dão uma aula de horror com o Seasons In Abyss.

    Como sempre as faixas que abrem os álbuns do Slayer sempre são históricas e War Ensamble não fica atrás dos clássicos Angel Of Death, Hell Awaits, South Of Heaven, etc.. Um riff dos mais desgraçados que eu já vi iniciam uma porradaria de guerra sem fim, a faixa é rapidíssima, com umas paradinhas onde fica só as guitarras arranhando, de deixar maluco, um dos clássicos imortais do Slayer, viradas moedoras de Dave Lombardo na batera, e Araya berrando o refrão “The final swing is not a drill, It's how many people I can kill!”. Fica na sua memória, sacode sua cabeça e faz você ir a loucura. E uma das letras mais geniais do Slayer, a letra fala da guerra, relacionada à política e a miséria, onde há uma parte bem interessante onde ele diz “Psicologia distorcida: Quando a vitória é sobreviver, e a morte é a derrota”.

    Blood Red dá seqüência ao álbum, com mais groove, e um grande trabalho da dupla de guitarras Kerry King e Jeff Hanneman onde solam com maestria as guitarras e como sempre Dave Lombardo e suas viradas marcantes dão um charme na faixa, e mais uma faixa onde mostra a genialidade lírica que Tom Araya possui, a faixa fala sobre opressão, algumas frases ficam marcantes como “Disciplina agressiva e controle bárbaro, milhares de pessoas não podem estar erradas”.

    Spirit In Black começa destruidora, com um riff matador de cabeça, não existe pessoa que não bata cabeça feito louco com isso! Ela começa com um convite intrigante de Tom Araya “Welcome to my world, Involve yourself within my dream/ Bem vindo ao meu mundo, envolva-se em meu sonho” Como o título, a faixa é obscura, fala sobre morte. A faixa é um convite para a destruição, uma das faixas mais perfeitas do Slayer, a faixa tem uma grande mistura de groove e velocidade, as viradas de Dave Lombardo acompanhando o vocal de Tom Araya, e chega um momento na faixa que tudo vai abaixo, as guitarras de Kerry King e Jeff aceleram como um convite a bateção de cabeça e você volta a berrar: “Welcome to my world, Involve yourself within my dream”!

    A próxima faixa começa como uma dança para o inferno, Expendable Youth começa conduzida pelo bumbo de Dave Lombardo e o riff penetrante de Kerry King, outra faixa com bastante groove, a faixa fala sobre violência e homicídio, e o solo transmite bem o sentimento da faixa, anunciando uma morte lenta e cruel, sem falar na batera de Dave Lombardo, é um mestre na bateria, sem dúvida.

    Começa uma das músicas mais intrigantes e marcantes do Slayer, Dead Skin Mask começa com guitarras um pouco cadenciadas, depois segue com os bumbos de Dave Lombardo até todo mundo se arrebentar de cabeça e sair do chão com o riff! A faixa tem grande variação de riffs, e tem um dos solos mais legais e trabalhados da dupla Kerry King e Jeff Hanneman, com vocal de Tom Araya cadenciado e um trabalho também muito bom na batera de Dave Lombardo que varia muito, de bumbo duplo para varias viradas criativas. A letra fala sobre a história de Ed Gein, um assassino que matava as pessoas e trazia os corpos para sua casa, cortava suas cabeças e arrancava suas peles. Com a pele ele fazia máscaras, que colocava no rosto enquanto olhava no espelho.

    Hallowed Point uma das músicas mais raivosas do álbum, com um riff totalmente acelerado ela te domina, e a batera de Dave martelando sua cabeça, Tom Araya cantando com toda raiva e você sem dúvida berra Slaaaaaayyyeeeeeeeerrrrrr ao escutar da faixa. Ela tem riffs estilo Reign In Blood, solos rápidos e solo ala South Of Heaven, este um dos solos mais cativantes do álbum, onde você viaja para o caos, totalmente esmagadora a faixa, mostrando o que os reis da música pesada podem fazer. A letra diz muito a respeito de morte e o final dela deixa a entender que são mortes por revoluções.

    O que é isto meu deus? Que batia é essa? Uma sensação de ir ao inferno, Skeletons Of Society começa com uma batida fixa de Dave Lombardo no bumbo e um riff totalmente demoníaco de Kerry King, quem não conhece Slayer, sinceramente ficaria apavorado com um começo destes! Depois a faixa segue numa linha bem groove e com riffs penetrantes, e o riff demoníaco continua constante, a faixa parece um anúncio de uma guerra próxima. A letra também é o destaca desta faixa, que fala sobre os fragmentos da sociedade, uma sociedade enlouquecida, e mostra também um lado mais obscuro.

    Temptation, outra faixa com letras bem sombrias começa com as viradas de Dave Lombardo e o riff acelerado na sua cabeça, quebrando tudo, com um vocal de Tom Araya te levando com a música, seguido de uma segunda voz, mais uma vez uma aula de riff de Thrash Metal com a dupla Kerry King e Jeff Hanneman, faixa bem trabalhada com groove e velocidade, e com aquela pegada animal de Dave Lombardo variando sempre, um dos mais criativos bateristas de metal, ás vezes cadenciando e ás vezes explodindo em velocidade.

    É, vamos esmurrar o que achar pela frente, Born To Fire, começa com uma bateria descontrolada de Lombardo, e Tom Araya mais insano do que nunca, e o refrão é impossível você não acompanhar com o berro “Born To Fireee”, e os mestres da velocidade de riffs K.King e Jeff estão a todo vapor, esbanjando raiva, e os bumbos de Dave Lombardo fazendo tudo desabar, a letra é bem ao espírito de Temptation, a música é um prato cheio para quem quer se matar de bater cabeça.

    Para fechar este álbum incrível, nada menos que Seasons In The Abyss, mais um hino da galeria de hinos do Slayer, uma das músicas mais trabalhadas da banda, começa com um lindo início de guitarras e batera cadenciada, conduzem a faixa nos primeiros 2 minutos, até começar o caos, a faixa vai ganhando velocidade com o riff, e quem determina a velocidade da faixa é a batera de Dave Lombardo, fazendo viradas criativas e excepcionais com uma maestria que só ele tem, Tom Araya com um vocal cadenciado e marcante, cantando um refrão também marcante "Close your eyes and forget your name, step outside yourself and let your thoughts drain, as you go insane...go insane!” O solo da música leva você ao total êxtase. A música fala sobre um abismo, um abismo em você mesmo, enquanto você enlouquece. A faixa termina, eternizando uma das maiores bandas de metal que o mundo pôde presenciar e que presencia até hoje.

    Isso sim é uma aula de thrash, Seasons In Abyss pode ser considerado facilmente um dos melhores álbuns dos anos 90 e talvez um dos melhores álbuns de metal já lançados. Todo mundo está cansado de saber o que é o Slayer: o Slayer é o Slayer, muitos têm pavor quando escutam o nome, muitos consideram como uma religião, eles não precisam de mídia, eles não precisam mudar o som deles, eles são a brutalidade e o peso real, eles são fiéis à proposta musical deles, eles decidiram mostrar o lado sombrio da realidade, e são fiéis a isto, pode-se dizer que é a melhor banda de thrash metal que existe e que já existiu, pelo que fizeram pelo estilo e pelos álbuns que lançaram, e pode ter certeza que com a volta de Dave Lombardo, o Slayer vai continuar aterrorizando muita gente e fazendo fãs como eu, ir ao delírio!

    SLAAAAAAAAAAYEEEEEEEEEERRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR!

    The final swing is not a drill, It's how many people I can killl!!!

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    posted by Dark at 10:19 PM | 7 comments

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