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    quarta-feira, março 12, 2008
    Sixpence None the Richer

    Lembram-se do Sixpence None the Richer? Aquela banda que estourou com Kiss Me, que tocou durante anos na rádio, foi top na Billboard e tudo mais? Então, esses dias me deparei com a notícia de que a banda está de volta. Mas vamos do começo...

    A banda foi formada em 1992 por Leigh Bingham Nash (vocal) e Matt Slocum (guitarra). Os dois se conheceram em um retiro cristão, o que é visível no próprio nome da banda, já que Sixpence none the richer é uma citação de um livro chamado “Mero Cristianismo”.

    Em 1992 lançaram uma demo, porém só em 1994 lançaram o primeiro disco chamado The Fatherless, e um ano depois lançaram o This Beautiful Mess. Ambos não obtiveram grande aceitação do público. É nessas horas que qualquer banda poderia aposentar seus instrumentos e pensar que viver de música é apenas uma ilusão.

    Ainda bem que não foi o que o Sixpence fez. É claro que depois de dois lançamentos e nenhuma aceitação, algo estaria errado. Então se juntaram em estúdio, deixaram algumas influências pra trás e partiram com idéias novas e muito trabalho pro terceiro disco, lançado em 1998.

    Muito esforço e dedicação valeram um hit já citado acima. O single Kiss Me ganhou disco de ouro e foi responsável pelo sucesso da banda no final da década de 90.
    There She Goes, cover das La’s também está presente nesse álbum e foi parte da trilha sonora de Snow Day, enquanto Kiss Me fez parte da trilha de Ela é demais e Como perder um homem em 10 dias.

    Em 2002 a banda voltou em estúdio para gravar o álbum Divine Discontent, que mesmo sendo um excelente álbum, não obteve tanto sucesso quanto ao seu antecessor. Em 2004 o fim da banda foi decretado, já que a vocalista Leigh Nash precisava ficar um tempo afastada dos palcos, pois estava grávida.

    Ano passado, Leigh Nash e Matt Slocum se reuniram para conversar sobre a possível volta da banda e recentemente, divulgaram no myspace que lançarão um EP nesse ano, e já tem alguns shows planejados para abril.
    Então... nada melhor do que ouvir o melhor álbum da banda enquanto esperamos pelo novo EP.

    Sixpence None the Richer - Sixpence None the Richer

    01 We have forgotten
    02 Anything
    03 The waiting room
    04 Kiss me
    05 Easy to ignore
    06 Puedo escribir
    07 I can’t catch you
    08 The lines of my earth
    09 Sister, mother
    10 I won’t stay long
    11 Love
    12 Moving on
    13 There she goes

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    posted by natália; at 11:00 AM | 5 comments

    sábado, março 08, 2008
    Circle Jerks - Group Sex


    Estranhe o nome. Estranhe a capa. Estranhe o fato que o vocalista Keith Morris foi expulso do Black Flag, banda notória pela maluquice, por se drogar em excesso. Não tem problema. O que realmente importa nessa história toda é que uma banda de jovens delinqüentes norte-americanos que adotou o nome normalmente designado a moleques que gostam de ficar ocupando o tempo vago com campeonatos de masturbação em grupo entrou para a história ao lado do Black Flag, Dead Kennedys e Misfits quando começaram a tocar com menos técnica possível um som pra lá de simples, rudimentar e letras pra lá de simplistas e parciais...

    Agora estranhe outro fato: um dos discos mais influentes em toda a história do hardcore tem a espantosa proporção de catorze músicas em dezesseis minutos. Pura tosquice punk tocada à plena velocidade gritando sobre drogas, putaria e a a alucinada vida antes dos trinta anos. Muitos perguntariam qual o valor artístico de uma obra que nem essa. Boa pergunta. Mas tanto banda quanto público nunca se preocuparam em explicar o peso e o valor da sua tosqueira. E ainda bem. Haja despretensão na vontade de mandar meio mundo para o diabo sem eira nem beira. O resultado final é divertido, violento, simplista e totalmente demente.

    Esporros niilistas que carregam na força das guitarras como "Deny Everything" e "Live Fast Die Young" compartilham espaço com momentos de inacreditável e sacana sarcasmo como "I Just Want Some Skank", "Paid Vacation" e "World Up My Ass". E, claro, um destaque final para o libelo contra o pessoal riquinho em "Beverly Hills", com um refrão pra lá de grudento.

    Enfim, disco só recomendado para os acostumados à podreira do gênero, ou quem sabe, pode ser até uma bela introdução para quem queira conhecer mais o gênero, indo direto nos seus alicerces, que é o caso deste disco. Mas quem esperar alguma ambição artística e intelectual, sinto dizer, vai sair muito decepcionado...

    "let's go to the hongkong
    breaking glass at madame wong's
    let's go buy a pint of booze
    getting drunk getting loose
    I just want some skank!"


    Músicas:
    01 Deny Everything 0:27
    02 I Just Want Some Skank 1:09
    03 Beverly Hills 1:05
    04 Operation 1:30
    05 Back Against the Wall 1:35
    06 Wasted 0:43
    07 Behind the Door 1:25
    08 World Up My Ass 1:17
    09 Paid Vacation 1:28
    10 Don't Care 0:35
    11 Live Fast Die Young 1:33
    12 What's Your Problem 0:57
    13 Group Sex 1:03
    14 Red Tape 0:56


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    posted by billy shears at 10:14 PM | 2 comments

    segunda-feira, março 03, 2008
    Firefriend – Incêndio na Paisagem


    Incêndio na Paisagem é o terceiro disco do power trio paulista, porém é o primeiro cd “físico” da banda, já que os dois primeiros tiveram apenas lançamento virtual.

    As características da banda são marcadas por vocais sussurrados, alguns violões, guitarras distorcidas e cheias de ruídos, letras contraditórias (dias são noites inteiras...) e ao mesmo tempo sentimentais.
    A sonoridade traz algumas lembraças do Velvet Underground & Nico, principalmente nas canções em que Julia Grassetti assume os vocais. Um toque de Sonic Youth e Smashing Pumpkins em suas épocas de menos fúria também podem ser observadas em algumas canções.

    Firefriend é para quem quer ruídos e distorções ou viajar sem sair do lugar. A banda é Yury Hermuche, Julia Grassetti e Pablo Orue entre amplificadores, pratos e pedais, fazendo muito barulho, riffs grotescos e letras ácidas.

    Os três cds da banda estão disponíveis pra download no site www.firefriend.com. E pra quem gostar, o quarto cd “Safari” está por vir.

    "Pequena meia noite

    Quero ver você dançar
    E mesmo de olhos fechados

    Eu sei onde você está."

    01 Incêndio na Paisagem 6’47
    02
    Inverno e Noites Assim 3’38
    03
    Duas Julias 2’55
    04
    Sete Oitavos 2’30
    05
    Última Dose 7’05
    06
    Aurora 10’54
    07
    Isabel 2’28
    08
    A Teus Pés 6’33
    09
    Nunca Tão Perdido Quanto Agora 4’44
    10
    Pequena Meia Noite 3’14

    Pablo Oruê: bateria
    Julia Grassetti: baixo, voz, piano, violoncelo e letra de Duas Julias
    Yury Hermuche: guitarras, voz e letras

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    posted by natália; at 12:20 PM | 1 comments

    domingo, março 02, 2008
    Hole - Live Trough This


    O álbum certo na hora apropriada. Até o ano de 1994, o único fato notório da vida de Courtney Love era ser esposa e mãe da filha de Kurt Cobain, o líder do gigantesco Nirvana. Os fatos de ela já ter participado da banda riot grrrl Babes In Toyland e ser a figura de frente de uma banda chamada Hole, que já havia lançado o álbum debut "Pretty On The Inside" no ano que o grunge explodiu, 1991, eram conhecidos, mas ninguém dava bola de verdade. Precisou o maridão estourar os próprios miolos para que toda a atenção fosse voltada para a loira.

    A pior das famas para pessoas pacíficas: a fama de bruxa, de propulsora da morte do marido, da causadora da convivência insuportável entre os integrantes da banda do cônjuge. Resumindo: era jogado nos ombros de Love a tão temida fama de Yoko Ono, uma Yoko do movimento grunge. Mas lembra que eu disse que é a pior das famas para pessoas pacíficas? Então, como você pode concluir, não foi problema nenhum para Courtney Love, que não é exatamente adepta de campanhas pela paz mundial e tem um interesse majoritário destinado a porres homéricos, brigas odisséicas e noites dionísicas... E naquele tal ano de 1994, a banda lançava um disco com um nome apropriadíssimo para o momento: "Live Trough This", que chegava nas lojas quatro dias após o grande ícone da década apertar um dos gatilhos que mudariam o mundo da música definitivamente...

    Em seu segundo e melhor álbum, a instável moça era acompanhada da baixista Leslie Hardy, a baterista Patty Schemel e o guitarista Eric Erlandson, o único homem da banda, fator este que sempre excluiu a banda do movimento riot grrrl e os empurrou para o filão grunge da época. Mas, frescura detalhista à parte, não são movimentos excludentes: tanto os alicerces sonoros quanto o público de ambos os gêneros são parecidos. Acordes de guitarra que se arrastavam podiam virar refrões explosivos, o som de garagem mais cru e rasgado ganhava uma linha melódica no vocal... Mesmo não sendo genial ou brilhante, é um dos melhores exemplos do modus operandi do rock alternativo norte-americano na época.

    "Violet" é a música de abertura, um grunge digno de nota que seguia a estratégia das estrofes vagarosas que ganhavam gás e implodiam no refrão, com uma letra em que a vocalista disparava contra homens interesseiros e se lembra de uma vez na praia. "Doll Parts" está mais para uma balada, apesar de possuir vocalizações e letras ousadas, onde Courtney declara que quer ser a garota com a maior fatia do bolo. "Credit In The Straight World" e "She Walks On Me" são algumas das pauleiras do disco, com riffs secos, bateria no talo e a musa-problema acabando com o gogó. E falando em acabar com o gogó, o encerramento "Rock Star" possui os berros mais extremados do disco, em um encerramento bem a cara de Love: desequilibrado, conturbado e violento.

    "Live Trough This" não vai mudar de fato a vida de ninguém. Mas o fato inegável é que aqui está rock alternativo dos bons para se gritar, pular e agitar. E se deparar com a lírica imediatista, urgente e hedonista de uma das figuras mais comentadas do Rock And Roll dos últimos anos.

    "i want to be the girl with the most cake
    i love it so much it just turns to hate
    i fake it so real, i am beyond fake
    and someday, you will ache like i ache"


    Músicas:
    01 Violet 3:24
    02 Miss World 3:00
    03 Plump 2:34
    04 Asking for It 3:29
    05 Jennifers Body 3:41
    06 Doll Parts 3:32
    07 Credit in the Straight World 3:11
    08 Softer. Softest 3:27
    09 She Walks on Me 3:23
    10 I Think That I Would Die 3:36
    11 Gutless 2:15
    12 Rock Star 2:42


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    posted by billy shears at 7:49 AM | 2 comments

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