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    sábado, dezembro 02, 2006
    Blink 182 - Blink 182


    É, pessoal, o tempo realmente passa rápido. Se você é daqueles que leva uma vida pacata e abre os olhos para o mundo um tanto quanto tarde, já era, caso contrário, é só guardar os bons momentos da memória e contá-las aos seus filhos e netos.

    E assim termina o Blink 182. Aquilo que um dia parecia uma banda eternamente adolescente, que se atrapalhava ao se declarar para garotas, que gostava de parecer engraçadinho para a turma e que xingava Deus e o mundo, se torna algo totalmente maduro em seu último álbum de inéditas, o self-titled “Blink 182”, de 2004.

    O trio Tom, Mark e Travis deixou um rastro de criancices e marotagens por onde passaram, desde “Buddah” até a sua fase de transição para a vida adulta em “Take Of Your Pants And Jackets”. Cada um agora foi para o seu canto, com suas novas bandas, que carregam grandes influências desse último álbum do trio: Tom está na Angels & Airwaves, com influências de The Police, Peter Gabriel e, claro, The Cure, fazendo, segundo ele, “o disco que seja, daqui a 20 anos, considerado pelas pessoas o disco desta década”, afimando não existir nada desde “Nevermind”, do Nirvana, e não existir nenhuma banda boa como o U2. “Mas estou disposto a encarar o desafio de chegar perto”, completa. O disco da banda é o “We Don’t Need To Whisper”, lançado esse ano.

    Mark e Travis formaram o que, na minha opinião, supera o estrelismo e os pensamentos revolucionários de Tom: o Plus-44 também tem lá suas influências de bandas como The Cure, porém a veia do pop-punk ainda pulsa no coração da banda. Vide o primeiro single do álbum “When Your Heart Stops Beating”, também desse ano, que leva o mesmo nome do disco. O álbum tem seus pontos altos e baixos e muitas baladas marcantes. Mas voltemos ao Blink 182.

    A banda se despede com um álbum bem mais denso e trabalhado do que seus antecessores, que continham batidas lineares, agitadas e juvenis, com algumas baladas lentinhas entre uma faixa e outra. Coisa bem típica de bandas clássicas do pop-punk dos anos 90.

    A primeira faixa é algo pra manter o ouvinte acordado. Com as baquetadas de Travis carregadas de efeitos, com um baixo empolgante e uma guitarra com riffs simples, mas nem por isso desprezíveis, “Feeling This” chega pra ser o acréscimo da banda para seu estilo de músicas feitas para garotinhas de 15 anos apaixonadas. A fórmula é mesma usada no “Enema Of The State”: eu te amo e te quero pra sempre, só que a melodia agitada do começo é deixada de lado nos primeiros refrões, embalados por uma bateria com estilo. Claro que é legal acompanhar Mark Hoppus nos seus backin’ vocals gritados em “I’m feeling this!”. A música caminha para o fim depois da ponte cantada por Hoppus e toma-lhe refrão agressivo, com as vozes dos vocalistas se misturando até o seu final. Simplesmente foda!

    Acordes pesados já dão outros ares ao álbum na próxima faixa, nomeada“Obvious”. O ritmo chega pesado, com baquetadas no aro da caixa nas estrofes e refrões pesados, mas num ritmo calmo. O assunto passa a ser mais maduro do que uma simples briguinha de namorados adolescentes. A letra é sobre traição e fala “Eu vi você novamente/ E você me usou novamente/ Deveriamos ter tentado antes de/ Nós abrirmos mão e continuarmos...”. A música continua com as estrofes e o refrão, até uma parada onde Tom retoma a melodia e Travis chega pisando continuamente no pedal e lançando suas fabulosas viradas. Música muito boa.

    A terceira faixa foi o cume para aqueles que não conheciam a banda se apaixonarem por ela, provocando a ira de seus “fiéis fãs”. Tocada por dias e dias nas rádios e na TV, “I Miss You” é, sem dúvida, o último principal hit da banda, ficando ao lado de clássicos como “Dammit”, “Josie”, “Carousel”,“First Date” e etc. A baladinha obscura é bem bonita, com versos que passeiam pelo goticismo, até chegar no refrão-chiclete “Não perca seu tempo comigo/ Você já é a voz dentro da minha cabeça/ Eu sinto sua falta...”. A guitarra faz suas participações com distorções sujas, mas o que sobressai são as notas disparadas no baixo. Tom leva a música para o final, entoando o famoso e apaixonante refrão, dando vez a um pianinho que finaliza a música com estilo.

    A próxima é a minha preferida no álbum. “Violence” começa com uns toques eletrônicos que se juntam a caixa de Travis. A guitarra entra em seguida,segurando a mesma nota, até o ponto em que Travis surra a caixa e dá vida amúsica, que é cantada sem a participação da guitarra nas estrofes limpas e refrões que chegam explodindo nos ouvidos, com um Tom cantando “Como violência/ Você me tem pra sempre/ E depois/ Como violência/ Você me mata pra sempre/ E depois...”. A música dá uma acalmada, com vocais cantando o refrão com suavidade e, logo em seguida, voltamos a agressividade do chorus. O final da música nos leva para uma voz doce de uma mulher lendo o que parece ser uma carta falando sobre saudade, pois começa dizendo “Eu tenho sentido muito a sua falta desde a última vez que estivemos juntos...”. Vale a pena ouvir essa música.

    Passado o poema, não há pausa entre a música anterior e a próxima, “Stockholm Syndrome”, que chega com um Travis batendo forte na caixa e, logo em seguida, a dupla o acompanha pausadamente. A música segue linear até, com um Mark e Tom dividindo a estrofe sobre uma música que fala sobre arrependimento, um cantando suavemente e outro gritando os versos. O ritmo se quebra antes de entrar no pré-refrão, que é embalado pelo contra-tempo de Travis e Mark segue cantando: “Eu estou tão perdido/ Eu estou tão mal aqui/ Eu desejo que eu poderia me explicar/ Mas as palavras se escapam de mim...”, entrando no refrão logo em seguida, subindo o tom da voz. As estrofes voltam a ser divididas pela dupla de vocais, levando a música ao final em grande estilo.

    Seguindo, temos outro hit da banda que passou nas telinhas: “Down”. Uma guitarra solitária dá início e o resto da banda se junta com uma chamada da bateria de Travis. É uma balada bem gostosa de se ouvir. A letra é bem depresiva, bem diferente das músicas de outrora com o mesmo teor que a banda escrevia (no caso, “Adam’s Song”). Tom recita versos como “Seus votos de silêncio caem por toda parte/ Olhar nos seus olhos me deixa louco...” que desemboca num refrão que quebra o ritmo da canção com um Mark Hoppus cantando em um tom baixo: “Down, down, down, down...”. A melodia linear só é quebrada por essa participação do baixista. Não é uma das grandes músicas de trabalho da banda na minha opinião, mas dá pro gasto.

    Você nem se dá conta de que “Fallen Interlude” começa e acha que é uma continuação da canção anterior. Cheio de efeitos eletrônicos, guitarras fazendo acordes oitavados, riffs e sons que parecem almas agonizantes fazem o interlúdio ser um jam bem interessante de se ouvir, com participação daquilo que parece ser um coral cantando “Down, down, down/ Pick me up/ I’m falling.” Bem legal.

    “Go” lembra muito bem os tempos de “Take Off Your Pants And Jackets”. Com uma batida bem pop-punk e seu curto tempo de duração, Mark canta uma história que foi vivida por ele, algo sobre a separação dos seus pais. Dá pra notar isso no começo da música quando ele diz “Eu ouvi a voz irritada do homem por dentro/ E vi o olhar de medo nos olhos da minha mãe...” e no refrão em que tom grita “Vai! Vai! Vai! Vai”, Mark diz “Eu não quero saber/ Eu não quero saber...”. É, parece que os rapazes começaram a falar mais sério nesse último trabalho. Quem diria o Blink 182 falar sobre um assunto delicado como esse...

    A introdução de “Asthenia” foi gravada com trechos de conversas entre astronautas e o comando da NASA, segundo Tom DeLonge. A música tem uma batida de bateria bem simples, que também lembra os tempos de outrora da banda. Guitarra dedilhada e baixo bem distorcido fazem a canção ser um dos pontos altos do álbum, com seu refrão simples e de fácil assimilação: “Eu deveria voltar?/ Eu deveria voltar?/ Eu deveria?/ Estou me sentindo só e cansado/ Eu deveria voltar?/ Eu deveria voltar?/ Eu deveria?/ Espero não lhe esquecer”. O começo astronômico nos mostra que a lírica fala sobre um relacionamento que acabou (oh! novidade!) e o autor interliga essa questão com uma viagem a Lua (“Dessa vez onde você está, Houston?/ Há alguém fora daqui/ Alguém irá escutar...”).

    O último single do álbum. Com um clipe bem legal, a banda esteve várias vezes em primeiro lugar nas paradas mundiais com “Always”. Uma balada nem um pouco chata de se ouvir, que já demonstra a habilidade enorme do baterista quando o assunto é coordenação. Depois chega Hoppus marcando a música com um baixo distorcido enquanto Tom puxa os primeiros acordes com uma guitarra abafada. A música é uma declaração de amor de alguém que não agüenta mais esperar para estar próxima da pessoa amada. É legal de se ouvir o pré-refrão “Então aqui estou eu/ Estou tentando/ Então aqui estou eu/ Você está pronta?”, para logo vir o refrão cativante “Vamos lá, me deixe te abraçar/ Te tocar/ Te sentir/ Sempre/ Te beijar/ Te provar/ A noite inteira/ Sempre”. Muito boa de se ouvir e uma boa pedida para os apaixonados de plantão.

    A bateria abre seguinte, “Easy Target”. A música não é lá daqueles que possa marcar o álbum e algo que não é muito a cara do Blink. É uma música bem ao estilo post-hc, que fala sobre uma mulher independente e nada submissa, que procura alguém que faça tudo o que ela quer. O pré-refrão é bem marcante com os versos “Holly está parecendo seca/ Procurando por um alvo fácil/ Deixe ela cortar minha garganta/ Dê armas a ela se ela for usar...”. A música não se estende por muito tempo e passa despercebida no disco.

    A banda agora conta com uma participação de peso: Robert Smith, vocalista do The Cure, dá as caras em “All Of This”. Pudera, pois a música tem a cara da própria banda do convidado. A canção é uma continuação da anterior, tanto que o fim de “Easy Target” é uma ponte que liga a música a essa. A balada post-punk é sobre o eu-lírico sente falta da tal Holly e quer ela de volta. O refrão diz “Use-me, Holly/ Venha cá e me use/ Nós sabemos onde vamos”. A música se estende por seus quase 5 minutos com a voz suave de Robert Smith, dando lugar ao Tom nos refrões. A música freia legal o álbum e é muito boa para aqueles que curtem esse estilo.

    E voltamos a era “Take Off...”. “Here’s Your Letter” é a última canção pop-punk gravada pela banda. E não poderia acabar melhor, pois é Mark quem canta. Enfim, a música mostra um cara cheio de saudades e pede desculpas pelo que cometeu no passado (“Aqui está uma carta pra você/ Mas as palavras ficaram confusas/ E a conversa morreu/ Desculpas pelo passado/ Falar alguma merda/ Voltar atrás/ Estamos amaldiçoados para esta vida”). Bem, falar do instrumental não é preciso pois a melodia soa bem linear até o fim, apesar de umas viradas bem legais de Travis em alguns momentos, mas a música é muito boa, sim.

    E, terminando esse extenso álbum (sim, um álbum de pouco mais de 53 minutos para uma banda como o Blink 182 é extenso), temos efeitos eletrônicos e um pianinho para completar a balada apaixonada que é “I’m Lost Without You”. Versos lindos e mais maduros como “Eu deixarei meu quarto aberto/ Até o sol nascer/ Para você/ Eu colocarei meu solhos/ Pacientemente focados em você...” antecedem o refrão simples: “Você está com medo de começar sozinha?/ Por eu estou perdido sem você/ Você está com medo de acabar esta noite?/ Por eu estou perdido sem você”. O piano faz uma bela participação no meio da música, para depois a banda retomar o refrão, com uma guitarra limpa, baixo com uma distorção simples e pratos sendo atacados constantemente. No fim temos um show a parte de Travis soltando o braço na bateria. Essa música tem mesmo um clima de despedida e fecha o álbum no estilo. Ironia ou não, essa música foi a última inédita da banda, logo com esse nome...

    Depois disso tudo o que vimos, presenciamos um vocalista egocentrista que disse não querer mais fazer músicas para garotinhas idiotas de 14 anos ouvirem. O engraçado é que foi muito estranho ver alguém que falava em transar com cachorros, dizer que queria uma garota que pudesse adestrar e achar legal um sexo oral de sua mãe falar sobre coisas mais sérias. Mas foi como eu disse no começo: todo mundo um dia muda. Particularmente eu prefiro a imagem do Tom DeLonge que arrotava no palco e do Mark Hoppus que falava sobre espermatozóides do que essa última fase em que eles se tornaram mais adultos, digamos assim. Mas a banda tinha que acabar logo quando viria ao Brasil? Bem, eles até iriam vir no Rock In Rio de 2001 se um Axl "estrela" Rose não desse seus ataques. Isso é muito azar. O que nos resta é ficar horas e horas na frente do pc e catar alguns vídeos deles no youtube.

    Mas parece mesmo a sina dessas bandas de pop-punk dos anos 90. O New Found Glory também lançou um cd mais denso, o Green Day apostou em duas óperas-rock em “American Idiot”, o Sum 41 também fez um trabalho menos cru do que “Does It Look Infected?” e “All Killer, No Filler”. Felizmente o estilo não está morrendo, pois bandas como Good Charlotte, Panic! At The Disco e Fall Out Boy estão aí para fazerem sucesso como o Blink 182 que fez e continua fazendo. Como diriam os fãs: "Blink 182 forever and ever!"

    Marcadores:

    posted by Vitor at 12:58 PM

    8 Comments:

    Blogger bêr disse:

    o melhor cd da banda... nem por ser o mais trabalhado, é que eu prefiro música mais sentimental, reflexiva, etc., do que músicas engraçadas.

    O Plus 44 e o Angels And Airwaves não destoam muito do estilo desse último álbum...

    E por último, não considero que Panic! At The Disco seja pop-punk. P!ATD é inclassificável. Tem pop, tem punk, tem rock clássico, tem indie/alternativo, tem efeitos eletrônicos, e letras sarcásticas, cínicas e verborrágicas ao invés de sentimentais e/ou engraçadas. Desculpa discordar, mas é a mesma coisa que chamar System Of A Down de New Metal; o público do P!ATD pode ser parecido com o das bandas pop-punk e o do SOAD pode ser parecido com o das bandas de new metal, mas isso não quer dizer que eles sejam.

    boa resenha :D

    3:19 PM  
    Blogger Michelly__ disse:

    Tipo... pra mim o ultimo album da banda foi dos melhores sim... "I'm lost without you" é muuuito foda ^^
    E até hj eu naum entendi pq esse fim logo quando vinham pro Brasil!
    =/
    Mas é isso... tudo q é bom acaba antes do esperado! ^^

    Sabe q eu ainda naum escutei o Plus 44 !?
    ¬¬
    Aff... mas o Angels and Airwaves é foda e talz!
    Gostei da resenha!

    6:43 PM  
    Anonymous reh disse:

    ahhhh

    eu ainda me lembro do ber me dizendo na época que eles lançaram "i miss you" que o refrão era chicletinho e repetitivo demais.

    SHUAUHASUHUHS

    quanto tempo isso.

    blink foi único mesmo, e é uma pena eles terem crescido.

    11:36 PM  
    Anonymous augustinho_ disse:

    ainda amo mais a fase inicial da banda, e pra mim A musica deles é Caroussel.

    2:04 AM  
    Blogger Carmem Luisa disse:

    Primeiro:
    "Depois disso tudo o que vimos, presenciamos um vocalista egocentrista que disse não querer mais fazer músicas para garotinhas idiotas de 14 anos ouvirem." - tomara que não tenha sido nada pessoal. Se for, ele está inteiramente enganado. E tem também essa de "baladinhas para típicas adolescentes apaixonadas", que causa certo tumulto paradoxo à imagem do Blink 182, já que eles também não são totalmente maduros...
    Um álbum que fala basicamente de sentimentos e emoções dos jovens; encoberto pela falsa imagem de amadurecimento da banda - o que seria um desastre se o acontecesse - já que Blink 182 é essencialmente uma banda jovem. Mas é claro que tudo isso é só a minha humilde opinião.

    2:45 PM  
    Blogger natália; disse:

    blink é legal :D
    quando eu ouvi esse cd pela primeira vez achei uma merda. huaheea pq eu tava acostumada com os primeiros cds, mais zuados, sei lá... eu só lembro que achava esse cd ridiculo.
    mas hoje em dia eu já penso diferente, e até gosto desse álbum

    o AVA... o Tom ficou muito lesado. ¬¬
    essa nova "atitude" dele tá ridicula, querendo pagar de Bono Vox.

    o +44 eu gostei, e até me atrevo a falar que algumas músicas são melhores que blink. :D

    2:59 PM  
    Anonymous j. disse:

    Bom... nem curto blink...
    mas a sua analise ficou legal

    abraço

    12:14 AM  
    Anonymous Anônimo disse:

    Epa, nao gostei da parte das garotinhas de 14 anos, mas a parte dos "Blink 182 forever and ever!" tava optima... Adoro os Blink 182 e pra mim é como se nunca tivessem acabado, mas é certo que fiquei muito desiludida quando descobri! Acho que o Tom fez um grande erro quanto aos AVA, e nao estou muito, muito informada, mas a culpa dos fim dos blink 182, foi em grande parte dele. Os plus 44 nao sao nada maus, mas o mark hoppus, o tom delonge e o travis barker separados nunca serao os mesmos, nem tao bons... Tambem adoro os Green Day e para mim, sao a melhor banda de momento, e por isso ja vi uns vdeos dos blink 182 juntos com os green day e a boa disposiçao deles todos é simplesmente unica.lol tambem gosto de panic! at the disco e de sum 41 mas nada dos comparar com os blink 182!=)

    8:09 PM  

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