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    sábado, maio 06, 2006
    The Killers - Hot Fuss


    Uma onda indie atinge o cenário musical do novo milênio. Bandas do estilo pipocam aqui e ali, lançando seus clipes com ritmos empolgantes na MTV. É o caso dos ingleses do Bloc Party e dos americanos do Strokes. No Brasil se destacam bandas como Cansei de Ser Sexy e Cachorro Grande, juntando vários fãs com suas músicas. Eis que surge nos Estados Unidos uma banda nesses moldes, com forte influência de bandas inglesas.

    Formada em 2002, a banda The Killers lança seu álbum de estréia em 2004 pela Island Records, gravadora independente inglesa, a mesma do Keane. Os caras de Los Angeles, então, conseguiram a tão sonhada fama, tanto que seu primeiro Cd vendeu mais de 1.5 milhão só nos EUA. Na Inglaterra eles já mandavam ver pelos pubs e barzinhos.

    Com influências principalmente do Oasis, a banda é composta por 4 rapazes com sede de música. São eles: Brandon Flowers, responsável pelos teclados, sintetizadores e vocal. David Keuning, guitarrista, uniu-se a Flowers e então contrataram Ronnie Vannucci na bateria e Mark Stoermer, baixista. Junto, o quarteto compõe músicas empolgantes e com letras sobre relacionamentos envolvendo traições, morte, Aids e assassinos. Um belo trabalho de equipe resumido no álbum da resenha, “Hot Fuss”, com suas 11 músicas e emoções à parte.

    Primeira música, então vamos lá. Já começamos com efeitos eletrônicos e umas hélices de helicóptero no fundo. É “Jenny Was a Friend Of Mine”, que, na verdade, é uma mistureba de sons: um baixo muito bem destacado e muito bem trabalho; guitarra ao fundo, suja e embalada; bateria dançante; efeitos eletrônicos empolgantes; voz ora calma, ora gritada. Os versos da música refletem um cara cansado em afirmar que não tinha matado sua própria amiga, dizendo no refrão: “Não tinha motivo para esse crime/ Jenny era minha amiga...”. Ele dá outras afirmativas como “Eu não posso aceitar isso/ Eu juro que disse a verdade para vocês...” e “Eu jurei que nunca deixaria ela ir...”, voltando ao refrão. Música com ar de abertura, muito bem feito.

    Mais empolgação por vir e então partimos para a introdução doce e suave de “Mr. Brightside”. É automático o que os seus braços fazem para aumentar o volume e ouvir Brandon cantar “Estou saindo de minha gaiola/ E estou indo muito bem...”. Depois disso é só começar a pular. Tente não cantar com ele o refrão “Ciúmes/ Transformando santos em oceanos/ Nadando por doentes canções de ninar/ Sufocando em seus álibis...” e não pular, embalado pelas notas disparadas pelo resto da banda. O clipe também é de uma produção fantástica. A letra retrata um cara vendo sua garota o traindo (“Mas ela está tocando o peito dele/ Agora ele está tirando o vestido dela...”) e diz “Eu apenas não posso olhar/ Isto está me matando/ E tomando o controle...”. Bela pedida para animar festas essa música.

    A terceira faixa é mais uma baladinha gostosa de se ouvir. “Smile Like You Mean It” fala de uma nostalgia amorosa, algo como se alguém estivesse lembrando de sua (seu) primeira (o) namorada (o). Com uma distorção diferente, David acompanha o teclado de Flowers, enquanto o baixo está bem destacado e a bateria embalando a canção. É bem nostálgica a música, tanto que ele diz “E alguém está chamando pelo meu nome/ No fundo de um restaurante/ E alguém está brincando/ Na casa em que eu cresci...”. No começo da canção, Brandon canta uns versos como se algum adulto os estivessem proferindo para um jovem (“Guarde suas expressões/ Você sabe que só tem uma/ Mude seu jeito enquanto você é jovem/ Garoto, um dia você será um homem/ Ah, garota, ele te ajudará a entender...”), dando emoção à música.

    Somebody Told Me” vem com uma explosão de instrumentos para ser o principal hit da banda. Empolgada do começo ao fim, a música fala sobre um cara tentando conquistar uma mulher. Ele logo diz no refrão: “Alguém me disse/ Que você teve um namorado/ Que parecia com uma namorada/ Que eu tive em fevereiro do ano passado...”. Ele vê que a coisa não vai ser fácil e fala “O paraíso não está perto em um lugar assim/ Eu digo que o paraíso não está perto em um lugar assim...”. Os arranjos feitos pelo baixo e pela bateria são demais, sem contar os efeitos eletrônicos. Não é a toa que bandas como The Bravery tentam ser que nem os Killers. A fórmula perfeita para se estar nas paradas por muito tempo.

    Chegamos em uma música em que a introdução parece nos levar àquelas músicas embaladas por pianinhos e guitarra sem distorção. “All These Things That I’ve Done” passa longe disso. Ta certo que é uma baladinha, mas é legal de se ouvir e cantar junto com o coral de igreja gospel americana os versos “Eu tenho alma/ Mas eu não sou um soldado...”. O clipe é bacana também, onde várias pessoas vão se juntando a banda por onde eles passam. A letra passa uma mensagem de auto ajuda, terminando com versos legais: “Pra estes homens/ Mentiras são pequenos e velhos pecados/ Enquanto todos estão perdidos/ A batalha é vencida...”.

    Guitarra suja abrindo a próxima música, “Andy, You’re a Star”. O cara passa um conselho para o tal do Andy para que ele não se perca com a mulherada (“No carro com uma garota/ Prometa-me que ela não é o seu mundo...”) pois “Andy, você é uma estrela”. O cara manda bem nos campos e seu amigo não o quer ver como um perdedor. Backin’ vocal perfeito no refrão e no final temos a guitarra da introdução. Gostei da música.

    Nos deparamos com uma introdução a lá Daft Punk em “On Top”. Uma das minhas preferidas no cd. O refrão é contagiante e ele diz “No fundo, uhum/ Eu não posso rachar/ Estamos no topo/ É só uma dança e uma agitação, uhum/ Eu não posso fingir/ Estamos no topo...”. Algo sobre uma rave, onde os personagens dançam a noite inteira, perdendo a linha (“O dia está acabando/ E nós ainda estamos aqui/ Seu corpo está agitado/ E está claro...”). Os arranjos de bateria são legais, juntamente com o efeito eletrônico que rola ao fundo. Parada obrigatória no Cd.

    Mais uma vez a guitarra nos convida para uma música. A da vez é a baladinha “Change Your Mind”, com os instrumentos envolventes. Destaque para o baixo, que não é igual o das outras bandas: no The Killers o baixo é perfeitamente audível e bem trabalhado. O cara quer uma chance com a mulher e diz “Então se a resposta é não/ Será que posso mudar sua opinião?”. Letra e melodia simpáticas. Gostei.

    Mais uma introdução eletrônica e os tambores da bateria soando para abrir “Believe Me Natalie”. Uma letra muito bonita, onde ele pede para que Natalie o ouça com atenção e esqueça o que os outros dizem (“Acredite Natalie, ouça-me/ Esta é a última chance/ Para achar o go-go/ Esqueça o que eles disseram em Soho...”). Os caras mandam muito bem nessa baladinha. Não deixe de ouvi-lá até o fim.

    Partimos para a agitação de “Midnight Show”, música que lembra muito os hits dos irlandeses do Franz Ferdinand. A bateria de Ronnie nos embala com seu contra-tempo dançante. Efeitos eletrônicos ao fundo, como não poderia deixar de ser, e Brandon canta uns versos sobre um cara tentando conquistar uma garota levando-a a um show. Elogios rolam e ele até diz “Você está com uma saia incrivelmente curta/ Eu quero melhorar, melhorar, yeah yeah...”. É legal acompanhá-lo quando grita “I drive faster, boooooy...”, seguido de uma voz calma que diz “If you can keep a secret...”. Muito legal essa música. Ótima para ouvir nas alturas.

    Efeitos eletrônicos abrem a última faixa do Cd, calma e de refrão fácil de assimilar. “Everything Will Be Alright” fecha o álbum cheia de efeitos eletrônicos e uma letra sobre um relacionamento conturbado, onde o cara diz “E bonequinha/ Eu sempre falei sério/ Você não precisa se comprometer...”. O refrão diz que tudo vai ficar bem e é repetitivo. Keuning dispara um solo com uma distorção bem aguda enquanto a canção se apronta para terminar. Quebra legal o ritmo “let’s dance” do cd. Gostei muito dela não, mas há quem goste.

    Misturar rock’n’roll com algumas doses de eletrônico não há nada demais, a não ser que você exagere e acabe como um Limp Bizkit da vida. Os caras do The Killers mandaram muito bem no seu álbum de estréia e em uma hora muito boa, quando o indie pop/rock está em alta. Talvez seja essa a tendência para os rumos que vão tomar o rock no novo milênio, já que muitas bandas tentam fazer você digerir um som nada agradável e comparável com o estilo. Passamos da era do New Metal depressivo de Linkin Park e Evanescence para entrarmos na alegria e empolgação de bandas que estão trazendo de volta o swing do bom e velho rock’n’roll.

    Marcadores:

    posted by Vitor at 11:12 AM

    7 Comments:

    Anonymous cherry_ disse:

    killers não é indie. eles tem até uma gravadora o:

    10:00 PM  
    Anonymous isa disse:

    aheeheuehuehue... apesar de eu gostar só de duas músicas deles não tem como negar que é uma coisa bem gostosinha de se ouvir na fossa _ _"

    o/

    11:04 AM  
    Anonymous Nara disse:

    killers é legal /o/\o\

    11:14 AM  
    Anonymous Lucas disse:

    Hmm, pela resenha parece ser interessante, a parte de letras pelo menos ^^
    Apesar de que pelo estilo citado não seja dos meus preferidos, vou ver se baixo algumas músicas deles na net para que eu possa ESTAR VERIFICANDO e ESTAR GOSTANDO.






    ou não. :D

    8:01 PM  
    Blogger natália; disse:

    The Killers!

    que maravilha...

    é umas das bandas mais legais, de se pegar o cd, e ficar horas e horas ouvindo.. vicia!

    Até mais..

    9:48 PM  
    Anonymous j. disse:

    Bom... eu já curtia The Killers antes de ler esta resenha então o que posso dizer é que ficou bem legal e mto boa a sua atitude de comentar as letras tb =D
    e... oh god... mr. brightside é musik de corno... num acredito... ahuahuahuhuahuahuahua

    congratz man!

    see ya!

    9:49 PM  
    Anonymous Luana disse:

    nossa, eu adoro o the killers!
    nao vo t enganar nao, mas ate eles aparecerem, nada tava me surpreendendo.

    o killers foi uma surpresa... eles sao mt originais sem precisar arruinar com td!

    gostei da sua resenha.

    bjs.

    12:35 AM  

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