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    sábado, maio 20, 2006
    Green Day - Dookie


    O que aconteceu nos Estados Unidos na metade dos anos noventa 90 agora aqui no Brasil. O pop-punk anda em alta por aqui. É Cueio Limão, ForFun, Nx Zero, Emo., Vinte! e etc. Sendo um som emotivo e engraçado ao mesmo tempo como o Blink 182 ou o emo cru de Taking Back Sunday, esse é o estilo do momento. As influências são sempre as mesmas: Blink, Millencolin, Pennywise, NOFX e, é claro, o Green Day. Mas o que separa o Green Day do pop-punk do Blink, por exemplo? Ora, o simples fato de os caras virem de condições de vidas diferentes. Compare as letras de cada banda e veja essa diferença.

    Apesar de serem jovens na época em que lançaram o “Dookie”, o Green Day cantava como gente grande, mesmo com letras sobre se masturbar quando não se tem nada pra fazer. Os dois primeiros cds da banda eram um pouco mais emotivos do que os seguintes. O trio vinha do underground influenciados pela rebeldia dos Ramones e por quê não pelo finado Nirvana, que perdia seu vocalista naquele ano?

    Desse Cd você tira vários hits. Foi o que fez os jovens Billie Joe Armstrong (guitarra/voz), Mike Dirnt (baixo/voz) e Tre Cool (bateria) despontarem para o sucesso. Isso é o que chamamos de acordar com o pé direito.

    E começando, temos “Burnout”, música bem ao estilo jovem entediado. Sabe aquelas vezes que você acha que sua vida está uma droga? Essa música é isso. Uma composição em dia de tédio. Fácil de perceber logo no começo da música, onde ele diz “Eu declaro que não estou mais nem aí/ Estou me irritando e crescendo chateado/ No meu quarto chato e enfumaçado...”. Sincronia musical perfeita na hora da virada. Começamos bem.

    Um desabafo um tanto quanto suicida em “Having A Blast”, onde o cara não quer saber da merda de vida que ele leva e quer se matar, levando todos juntos com ele. Bem típico de adolescente revoltado com as coisas que acontecem ao seu redor. Se bem que a lírica é agradável com essa melodia. Ponha umas notas mais calmas e teremos uma música gótica pra você se atirar do último andar quando ouvir “Bom, ninguém aqui vai sair vivo/ Eu realmente perdi minha cabeça e eu não me importo/ Então feche seus olhos/ E dê adeus a sua vida...”. Destaque para a introdução arrebatadora com um baixo dedilhado formalmente.

    Talvez “Chump” seja um ódio guardado por conseqüência de um lado egocêntrico descontrolado. Temos um pós-punk vestido de punk aqui quando ele diz “Eu não te conheço/ Mas eu acho que eu te odeio/ Você é a razão da minha desgraça...”. Confirmo minha afirmação inicial pelo verso “Homem mágico/ Egocêntrico homem de plástico...”. Devemos prestar atenção na ligadura entre essa música e a próxima, onde um jam te carrega, perfeitamente entrelaçado.

    Mesmo tendo uma melodia simples, apesar de Mike disparar nos versos notas dedilhadas com perfeição, “Longview” cai como uma luva na voz de Billie Joe. Cara, essa música é demais! Típica daqueles dias que você olha ao redor, vê a mesmice sentada ao seu lado e quer chutar o balde. A música é um fosso total: pra começar com o refrão “Morda meus lábios e feche meus olhos/ Me leve por aí, para o paraíso/ Eu estou tanto de saco cheio que estou ficando cego/ E eu cheiro a merda”. Depois temos a afirmação “Quando a masturbação perde a diversão/ Você está fodido”. Quer mais fossa do que isso? Ah! O clipe também é legal. Vale a pena baixar.

    Coincidência ou não, “Welcome To Paradise” tem uma certa ligação com a música anterior. Antes ele queria se libertar, agora que se libertou e achou seu lugar no meio de um underground. Um underground que ele diz “Eu quero te levar pro meio de um deserto que eu gosto de chamar de lar/ Bem-vindo ao paraíso...”. Gostou tanto do lugar que diz para a mãe que não quer voltar pra casa. Se sentia tão perdido no tempo e nos pensametos que achou os seus iguais. Mais um jam é disparado. Música perfeita.

    “Pulling Teeth” é uma balada gostosa de ser ouvida. Sua melodia simples é cativante também. Uma certa alusão às drogas, talvez, quando ele diz “Ela é ultra violenta?/ Ela é um distúrbio?/ É melhor dizer que a amo/ Antes que ela faça tudo de novo/ oh Deus, ela está me matando”. Pode ser que seja, como também pode ser que não. Talvez esteja se referindo mesmo a uma garota.

    Hit mais conhecido da banda, “Basket Case” vem com aquela introdução calma, com ar de “você já sabe o que está por vir”. A música retrata o cd inteiro: um caso complicado, realmente. Mais uma contando os problemas de um jovem. Ele quer alguém que ouça seus desabafos. Ele diz: “Às vezes eu me assusto/ Às vezes minha mente apronta comigo/ E isso tudo vai se acumulando/ Acho que estou quebrando/ Eu sou um paranóico?/ Ou estou chapado?”. Você acaba esquecendo da simplicidade melódica e pira rapidinho com essa música.

    Seqüência matadora. “She” chega de voadora com uma introdução de baixo e bateria. Inevitável não gostar dessa música. Agora a angústia é em terceira pessoa e Billie Joe canta: “Ela/ Gritou em silêncio/ Um pesado distúrbio penetrando em sua mente...”. Cara, simplesmente foda depois que o Billie dá um berro. Inevitável não pirar junto com a banda. Se quiserem conferir, é só baixar o vídeo dessa música em que o vocal já ta de cabeça feita e fala umas coisas doidas. Simplesmente demais!

    O romantismo ta em alta e, na seqüência, “Sassafras Roots”. Bem no estilo da anterior (só que não tão foda quanto), essa chega com versos repetitivos (“Caminhando em volta da sua casa/ Gastando seu tempo/ Sem obrigações, apenas/ Gastando seu tempo...”). Refrão bonitinho dizendo “Eu sou um desperdício como você/ Sem nada de mais pra fazer/ Posso desperdiçar seu tempo também?”. Bem totosinha.

    Balada por balada a gente fica com uma das melhores da banda que, sem dúvidas, é “When I Come Around”. Até sua introdução é simpática. Essa é daquelas pra você dançar pulando ou quietinho na sua, é só inventar um passinho. Tudo nessa música é ótimo: desde o refrão “Não há tempo para procurar por aí/ Pois você sabe onde me encontrar/ Quando eu estiver por perto” até o solinho antes do fim. Foi a primeira música deles que eu ouvi e disse “Porra, esses caras são demais!”.

    Mais uma música sobre estar perdidos em pensamentos e auto-descoberta. “Coming Clean” vem falando sobre um jovem que está amadurecendo de seu jeito (“Eu descobri o que leva para ser um homem/ Mamãe e papai nunca entenderão/ O que está acontecendo comigo...”). É uma faixa boa de se ouvir. Nota-se a qualidade da música mesmo tendo uma melodia bem básica.

    “Emenius Sleepus” conta a história de um cara que viu seu amigo mudar radicalmente e ficou surpreso: não esperava encontrá-lo daquela forma. Uma seqüência de acordes na introdução bem voltada para o gênero dos Ramones. Parece que ele ficou chocado com a mudança e diz “Eu te conhecia antes/ E você...Você me conhecia/ E eu acho que estou doente/ E quero ir pra casa”. Muito legal essa música.

    A próxima lembra muito o Hard Core levado pelo Bad Religion. “In The End” vem criticando aquelas pessoas que trocam inteligência por beleza (“Todos os músculos/ E nenhum cérebro/ E todas essas coisas legais...”) só por algum prazer, mas no fim acaba sendo trocado. Boa música.

    Pra finalizar, temos a arrasadora “F.O.D (Fuck Off and Die)". Um Billie Joe nervoso chutando o balde após algum tempo de música calma. Ele abre o verbo no refrão e manda logo "Você é apenas uma merda/ Não posso explicar isso pois você é escrota/ Estou sendo orgulhoso/ Em dizer pra você 'vá se foder e morra’". Boa pedida pra finalizar um cd bem ao estilo desabafo de um adolescente.

    Mas é só deixar o Cd tocando um pouco mais para escutarmos a faixa escondida “All By Myself”. Tre Cool salta a voz numa música acústica. É fácil identificar sua voz de drogado cantando “Eu fui na sua casa/ mas ninguém estava lá...”. Muito engraçada a voz dele.

    Esse álbum foi o que perpetuou o pop-punk no cenário mundial. Nos Estados Unidos o álbum vendeu mais de 10 milhões de cópias, número digno de bandas ditas clássicas, comparadas com um trio adolescente prematuro no mundo da fama. Uma puta de uma influência para bandas “novatas” como Good Charlotte, Simple Plan, Fall Out Boy e My Chemical Romance. Graças ao Green Day eu posso ouvir tudo aquilo que eu gosto hoje em dia.

    É certo que o estilo deles hoje é muito mais trabalhado e tudo o mais, mas também não dá pra chegar ao 30 falando de masturbação...

    Marcadores:

    posted by Vitor at 1:24 PM

    8 Comments:

    Anonymous Lucas disse:

    Bacana, mas nem curto Green Day.
    Já teve sua época de "glória" na cena músical, mas acho que esses últimos cds foram toscos demais.

    11:24 PM  
    Blogger natália; disse:

    é bom ver bandas como o Green Day em destaque nos blogs hoje em dia... todo mundo fala que é banda da modinha e tals, mas os primeiros cds da banda são excelentes, e os últimos cds são bons também!

    Té mais..

    11:08 AM  
    Anonymous Andressa disse:

    Green Day é muito bom.
    Eu quando comecei a cantar nas aulas de violão cantei "she" e "basket case".
    Eles são perfeeeeitos!

    7:33 PM  
    Anonymous billie joe disse:

    seu peito parece meu saco

    8:46 PM  
    Anonymous Raysa disse:

    Whoa! \o/
    haha cd bacana d+ esse, não tenho, mas tá na minha lista, é mto massa ^^
    Green Day é legal, td mundo fala aquela historia de "modinha", mas edaew que fica no disk mtv às vezes, é legal mesmo assim ^
    bjo ber =*

    10:03 PM  
    Anonymous Dookie disse:

    fodasso, o blog eh foda e a sinopse do dookie está impecável :D
    parabens

    10:30 PM  
    Anonymous Natasha disse:

    Green Day é ruim. Não pode ouvir. Muito mais My Chemical Romance. Tu só pode ouvir CSS! \o/

    Do u like d bitch, bitch?

    2:39 PM  
    Blogger bêr disse:

    é "the BEACH, BITCH".

    1:44 AM  

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