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    quarta-feira, abril 19, 2006
    Mamonas Assassinas - Mamonas Assassinas


    O que deveria ser uma banda para pais conservadores de todo o Brasil repudiarem acabou sendo uma sensação até mesmo entre os mais velhos. Com um espírito divertido mesclando-se ao som pesado do rock, cinco rapazes de Guarulhos aparecem no cenário musical brasileiro em 1995, com suas letras irônicas, instrumentos bem trabalhados e performances de palco mais do que divertidas, com direito a fantasias e vozes engraçadas. Eram os Mamonas Assassinas, que antes formavam a banda Utopia, sem Dinho, onde faziam covers de Legião Urbana e Rush, queridos por muitos até hoje, dez anos após um desastre de avião que, infelizmente, os tiraram de nós.

    O baiano Dinho nos vocais com mil e uma vozes e performances; Bento Hinoto na guitarra, que tinha como passatempo tirar solos do Dream Theater; Os irmãos Samuel e Sérgio Reoli, cujo sobrenome artístico era uma corruptela de seus sobrenomes “Reis de Oliveira”, respectivamente, como baixista e baterista; e Júlio Rasec (“César”, de trás pra frente, sobrenome original de Júlio) nos teclados. Esse último tinha sonhado, um dia antes do vôo que os levaria a morte, que o avião tinha caído. E ainda tem gente que não acredita em premonição.

    O álbum da resenha, que foi o único lançado pela banda, vendeu mais de 2 milhões de cópias em menos de um ano de carreira. A fita demo tinha caído nas mãos de Rafael, baterista da banda Baba Cósmica, filho do diretor artístico da EMI-Odeon, João Augusto Soares que os contratou e os lançou para o estrelato nacional, conquistando a juventude da época.

    “Atenção Creuzebeck, ao toque de 4 já vai...Já, já, já, já vai!”. Assim começamos o sensacional disco. “1406”, uma alusão ao número de televendas, o famoso “011-1406”, que fala sobre o quanto é ruim não ter dinheiro. Frases mesclando o inglês com o português como em “Money/ Que é good nós não have/ Se nós havasse/ Nós não tava aqui playando/ Mas nós precisa de workar...” acentuam a ironia passada pela banda. Não podemos em hipótese alguma descartar a introdução em conjunto de baixo e guitarra, onde dispenso maiores comentários. Quando nós éramos crianças não entendíamos nada, mas agora é fácil entender o que ele quer dizer com: “Eu sou cagado/ Veja só como é que é/ Se der uma chuva de Xuxa/ No meu colo cai Pelé/ Como aquele ditado que já dizia/ Pau que nasce torto/ Mija fora da bacia...”, mostrando o quão azarento é o cara.

    Introdução feita por Júlio e entramos em “Vira Vira”, paródia em estilo música portuguesa, onde Manuel é convidado para uma suruba e mandou sua esposa, a Maria. Muito famosa e cogitada em festas. Um puta trabalho de harmonia feito pela banda. Baixo sobressaindo, guitarra pesada, bateria foda demais! O refrão, como não poderia deixar de ser, é fácil de ser decorado e desbocado: “Roda, roda e vira/ Solta a roda e vem/ Me passaram a mão na bunda/ Ainda não comi ninguém...”. A coreografia é indispensável. O tecladista ainda faz uma ponta cantando: “Oh Manuel/ Olha cá como eu estou/ Tu não imaginas como eu estou sofrendo/ Uma teta minha um negão arrancou/ E a outra que sobrou está doendo...”, onde o ‘Manuel’ responde: “Oh Maria/ Vê se larga de frescura/ Eu te levo no hospital pela manhã/ Tu ficaste tão bonita monoteta/ Mais vale uma mão do que duas no sutiã...”. Muito boa e obrigatória.

    Outra pancada da banda, talvez seu maior hit: “Pelados Em Santos” foi gravada em espanhol com o nome de “Desnudos En Cancun”. Uma corneta no estilo mariate começa introduzindo a música, que conta com um belo trabalho entre baixo e bateria. Depois de uma sessão bem calma, o pré-refrão conta com uma guitarra pesada, onde Dinho acompanha cantando: “(Oxente ai, ai ai) Mas comigo/ Ela não quer se casar/ (Oxente ai, ai, ai) Na Brasília amarela/ Com rodas gaúchas ela não quer entrar/ (Oxente ai, ai ai) Feijão com jabá/ A desgraçada não quer compartilhar/ Mas ela é linda/ Muito mais do que linda/ Very, very beauttiful...”, voltando a calmaria no refrão “Você me deixa doidão/ Oh yes/ Oh no...”, que conta com a tal cornetinha do começo. Essa música é uma boa pedida para os amantes de videokê.

    Guitarra com distorção pesada e sons engraçados feitos pelo vocalista começam “Chopis Centis”, retratando a felicidade de um nordestino indo ao shopping de uma cidade grande notada no refrão “Quanta gente/ Quanta alegria/ A minha felicidade é um crediário/ Nas Casas Bahia...”. Dinho frisa muito bem isso com uma imitação de sotaque nordestino. A banda segue conduzindo muito bem os instrumentos até o refrão, onde soltam uma pancada rápida e alegre. Engraçado é na segunda vez quando repetem o refrão e Dinho diz: “Bem forte! Bem forte!”, uma coisa bem Mamonas Assassinas.

    Jumento Celestino” é mais uma paródia com toques de ritmos nordestinos onde um baiano resolve se aventurar por São Paulo. A abertura é feita com os caras cantando um xote bem famoso de Luis Gonzaga, Dominguinhos ou sei lá qual dos dois (“De quem é esse jegue?/ De quem é esse jegue?...”). Depois de uma introdução com direito a triângulo, o peso da guitarra sobressai, para depois retomar um ritmo de forró. Bem legal o trabalho da banda nessa música: um triângulo ao fundo, uma guitarra com wah wah, um teclado com efeito de sanfona e tudo o mais. O peso retoma quando o vocal começa a cantar “Descendo com o jumento na mó vula/ Ultrapassei farol vermelho e dei de frente com uma mula/ Saí avuando/ Parecia um foguete/ Só não estourei meu coco/ Tava de capacete...”. Ele se arrepende da migração e volta pra casa cheio de apelidos, cujo mais bonito é ‘cabeção’.

    Uma música curta, porém muito cantada por coros de pessoas em ônibus de passeios ou excursões. “Sabão Crá Crá” é uma espécie de propaganda de um sabão para parte menos ortodoxas do corpo, onde “...não deixa o cabelo do saco enrolar/ Sabão Cré Cré/ Sabão Cré Cré/ Não deixa os cabelos do saco de pé...”. Tratando-se de Mamonas Assassinas é isso o que se pode esperar.

    Uma música com uma introdução acústica, mas com uma letra engraçada demais é “Uma Arlinda Mulher”. Cheia de frases “filosóficas” e enroladas, mostrando a destreza do vocalista em decorar aquilo tudo, trocando de vozes e tudo o mais. Destaque para os versos “Te falei que o pediatra é o doutor responsável pela saúde dos pé/ O ‘zoísta’ cuida dos olhos/ E o oculista, Deus me livre/ Nunca vão mexer no meu...” e “Pois nos tira e põe, deixa ficar da vida/ Serei sempre seu escravo de Jó...”. O fim da música é realmente hilário, quando o Dinho continua cantando, o produtor vai abaixando o volume e ele diz que peidou dentro do estúdio, seguido de uma exclamação “CARALHO!” ao fundo. Muito bom mesmo.

    Um dedilhado na guitarra dá um início à “Cabeça de Bagre II”, música que retrata, de certa forma, em algumas estrofes, a situação do Brasil naquele momento. Nos refrões ele repete “Quando eu repetia a 5º série/ Tirava E, D/ De vez em quando um C...”, acompanhados por uma guitarra em que Hinoto tirava um solinho ora de “O Passo do Elefantinho”, ora da risada do Pica Pau. Belo trabalho dos rapazes, que mostravam uma habilidade imensa ao fazer o que gostavam.

    “Atenção Creuzebeck, Creuzebeck meu filho, vamos lá que vai começar uma baixaria”. Dinho convoca o produtor a dar play para que comecem com “Mundo Animal”. Animada, com uma letra desbocada, com um belo trabalho dos músicos, retratando um jeito engraçado de ver o mundo animal. “Totalmente beautiful/ As baleias no oceano/ Nadando com graça/ Fugindo da caça/ Dos homens humanos/ O homem é corno e cruel/ Mata a baleia que não chifra e é fiel...” é um verso ecologicamente correto um tanto quanto engraçado. O refrão não poderia ficar de fora da sacanagem, com versos fáceis de assimilar: “Os animal tem uns bicho interessante/ Imaginem só como é o pinto de um elefante/ E os camelo que tem as bolas em cima das costa/ E as vaquinha/ Que por onde passam deixam um rastro de bosta...”.

    Engraçada e cativante, “Robocop Gay” também é uma das mais pedidas em festas. Com backin’ vocals bem colocados, a música fala de um Robocop em uma versão mais afeminada, onde ele diz “Abra sua mente/ Gay também é gente/ Baiano fala oxente/ E come vatapá...”, mostrando que devemos deixar nossos preconceitos de lado. Hinoto solta um solo muito foda antes de entrarem na parte agitada da música, que passa uma mensagem para as pessoas que têm medo de se assumirem gays. Ele diz isso em “Você pode ser gótica/ Ser punk ou skinhead/ Tem gay que é Mohamed/ Tentando camuflar/ Alah, meu bom Alah...”. Mamonas também é consciência.

    Bois Don’t Cry” é uma pedida de corno. Até na música ele afirma isso (“Ser corno ou não ser/ Eis a minha indagação...”). Um começo de seresta que muda logo quando entram no refrão, onde a banda faz uma passagem pela música “Tom Sawyer”, do Rush e é cantada “Veja só como é que é/ A ingratidão de uma mulher/ Ela é o meu tesouro/ Nós fomos feitos um pro outro/ Ela é uma vaca e eu sou o touro”. Djair realmente é facinho de confundir com João do caminhão.

    Nos defrontamos agora com uma paródia ao Heavy Metal nacional "for-export", com muito peso e suas letras com pouca mensagem a passar. “Débil Mental” é uma música com frases totalmente sem sentido em inglês, com as mesmas estrofes repetidas durante toda a música. Um belo trabalho do guitarrista ao solar sua guitarra. Dinho imita muito bem um vocalista de metal, engrossando a voz e cantando “Walking in the dark/ Now there’s just some cookies...”. e “So shake your head/ So shake your head, sucker!”.

    Uma música típica de rodinha de violão essa “Sábado de Sol”. Voz e violão para uma música sem sentido, que fala de um cara que pegou um caminhão e levou a galera pra comer feijão, mas “Chegando lá, mas que vergonha/ Só tinha maconha...”. Depois as vozes mudam para vozes arrastadas de maconheiros. Totalmente sem sentido.

    E fechando esse Cd que é impossível ficar sem ouvi-lo mais de duas vezes seguidas, temos a belíssima “Lá Vem o Alemão”, começando com um ritmo de samba e com o vocalista imitando a voz do cantor do grupo de pagode Raça Negra. É uma estória de um cara que estava indo para a praia na sua Kombi junto com sua parceira, tendo a infelicidade de ter que parar pra consertar o veículo no caminho para o Boqueirão. O rock volta a tona quando Dinho canta o refrão “Subiu a serra/ Me deixou no Boqueirão/ Arrombou meu coração/ Depois desapareceu/ Fiquei na merda/ Na areias do destino/ Me tratou como um suíno/ Cuspiu no prato que comeu...”, retomando o sambinha. Ele sofre vendo sua amada o trocando por um alemão que “...Tem dinheiro e um Scortt” e diz: “...Como um modess você me trocou!”. Um fim espetacular imitando o Netinho de Paula, ex-Negritude Jr, para uma banda espetacular como os Mamonas Assassinas.

    Seu nome sempre será lembrado e terá um cantinho especial no rock brasileiro. Deixaram, além de saudade, alegrias por onde passaram, muita motivação e uma lição de vida: “Nunca desista de seus sonhos!”. Foi, é e será uma banda que sempre estará nos corações dos roqueiros do Brasil, com seu jeito brincalhão e agitado de ser. Sabiam o que estavam fazendo e gostavam daquilo. Quer mais inspiração do que isso para aqueles que sonham em ter uma banda e viver de rock?

    Marcadores:

    posted by Vitor at 9:33 PM

    15 Comments:

    Anonymous Raysa disse:

    uhsauasuhsa nooossa amei o novo visu do blog... =B
    super massa ;D
    então, preciso perder um pouco mais de tempo com os Mamonas pq pra falar a verdade nunca parei pra ouvir direito XD
    uhauahau mas é legal... ;B
    curtindo as resenhas como sempre...
    bjão berrrrr!
    =*

    9:57 PM  
    Blogger el el rafael disse:

    deles eu gosto, berzinho! (a)

    9:58 PM  
    Anonymous Octavio_B disse:

    Mamonas era legal

    9:59 PM  
    Anonymous j. disse:

    ahuuhahuauahhauhuaa mamonas ownz XDDD huehueuhe resenha ficou rox! congratz!
    e como acho q é a primeira vez q eu comento aqui com o novo visu XD achei mto loko XDDDD huehuhhu

    x@@@

    10:00 PM  
    Anonymous Nara disse:

    também né, fui EU quem fez o layout *palmas* UAHHUAHUAHUHUA! meu, não tem como descrever mamonas, eles eram amados pelos baianos mesmo tirando uma da cara deles, isso era muito legal! eles tocavam no gugu, quando o gugu tinha aquelas taças de conhaque com as dançarinas vestidas de azul! mamonas nem é só lembrado no orck, sempre tem especial deles até no programa da sonia abrão... uma coisa que me deixa indignada é que nunca toca música deles nas rádios, sacanagem!

    10:17 PM  
    Anonymous Nat disse:

    É, esse aí eu conheço sim. Só que na época em que foi lançado eu era uma cdfzinha extremamente católica, moralista e que não gostava de quase nada que era divertido...hauahauahuah Hoje como eu sou supostamente um ser humano normal eu gosto dos Mamonas só que o meu moralismo da infância ainda não se dissipou totalmente e eu ainda sou um pouco reticente com eles...

    Bem, o único problema é que todo ano que vão fazer uma homenagem sobre eles, passa no Gugu ¬¬ Daí Mamonas fica vinculado aquele gay enrustido e não assumido ¬¬

    Mas a resenha aí ficou afuuuu

    8:50 PM  
    Anonymous dessa disse:

    ah cara
    eu queria tanto que eles tivessem dado certo =P

    eu lembro pouco..mas o pouco que lembro é tao legal :)

    curtii bãr, curtii

    vc escreve bem pra porra, seu putonildo
    ;*

    9:45 PM  
    Anonymous Nara disse:

    mamonas nem é só lembrado no orck - A BALEIA ASSASSINA!

    9:57 PM  
    Blogger Vitor disse:

    curtii bãr, curtii

    vc escreve bem pra porra, seu putonildo
    ;*



    Eu que faço a resenha e o Ber que leva o crédito -.-

    Escrevo muito, pode dizer! ;D

    12:59 AM  
    Anonymous Dark disse:

    é =P

    1:16 AM  
    Blogger bêr disse:

    e eu lá tenho culpa que o pessoal não olha o nome do autor?

    5:11 PM  
    Anonymous Anônimo disse:

    Olá,
    Acabei de conhecer o blog e é sempre bom conhecer outros blogs roqueiros :)

    Os Mamonas vieram e se foram como uma história de cinema. Uma banda com temas engraçados, mas sem ser bobo igual o Raimundos, com rítmos diversificados (o que mostrava que além de piadistas, eram bons músicos), enfim, como diz o ditado, o que é bom dura pouco. Na época, eu era pivete, não tinha um conhecimento musical e nem tocava nenhum instrumento, mas recentemente eu ouvi algumas coisas e aí sim pude ver a real qualidade da música deles.

    Um abraço,
    Luis

    luismilanese.wordpress.com

    9:42 PM  
    Anonymous Sam disse:

    MAMONAS É FODA!
    VIVA O ROBOCOP GAY!
    BAIANO FALA OXENTE E COME VATAPÁ!

    9:52 PM  
    Anonymous Anônimo disse:

    tencontrei toda remelenta estronxada no bar entregue as bibidas, ti cortei os cabelo du suvaco azunha do pé tixamei de querida ,tiensinei todo altoreverso interna são que faz a terra girar. tiflei quer im portante cumpitir + timarco de pancaada se vc ñ ganhar vc foi a coisa + importante que aconteceu em toda minha vida...



    e gente issu e um pouquinho di mamonas
    dexarão saudades...

    2:26 PM  
    Anonymous Anônimo disse:

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    7:29 AM  

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