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    quarta-feira, março 01, 2006
    Ramones - Loco Live



    Década de 70. Festivais de “paz e amor” rolando, seguidos da morte dos três J’s mais influentes do rock. Enquanto isso, em New York City, N.Y.C., alguns jovens se juntavam para devolver ao rock sua essência agressiva e rebelde, sem muitas firulas nas canções, já que as melodias apresentavam solos intermináveis, o que revoltava o jovem Johnny, que não conseguia tocá-las em sua guitarra. Juntamente com seu colega e baterista Joey, decidem devolver ao rock o que estava lhe faltando. Dee Dee chegaria em seguida, assumindo o voz e dando vida a uma das bandas (senão a mais) influentes do cenário punk mundial: The Ramones. Todos os membros adotariam esse sobrenome, de ali por diante.

    Ser uma Ramone era simples: pernas abertas, numa posição de ataque, calças justas e rasgadas, jaqueta de couro e uma agressividade básica ao tocar seus instrumentos. Dee Dee assume o baixo, dando o lugar para o péssimo baterista Joey nos vocais, que daria espaço para o empresário Tommy assumir as baquetas. Johnny continuava na guitarra, dando início a uma das lendas do rock.

    Praticamente todas as bandas, de diversos estilos conhecidas hoje, foram influenciadas pelos Ramones, desde Red Hot Chili Peppers até Marilyn Manson. Seu principal hit é tido como o hino do punk rock: não há um roqueiro que não o conheça. A facilidade de aprender seus acordes é o que leva aos iniciantes no mundo musical ficarem fascinados com suas canções, fazendo com que comprem sua primeira guitarra e, obrigatoriamente, aprendam a tocar pelo menos uma delas.

    Várias trocas foram feitas na banda até o seu fim: Tommy deu lugar a Mark (aliás, um puta baterista, diga-se de passagem), que deu lugar a Richie, mas logo estava de volta. Dee Dee deu lugar ao jovem C Jay, que, segundo Joey “deu um novo gás a banda”. C Jay estreou no show que deu origem ao álbum dessa resenha. Loco Live é um excelente álbum para quem está começando a conhecer a banda. Com suas 33 faixas, o álbum mostra toda a agressividade do verdadeiro punk rock novaiorquino, mostrando que a expressão “Ramones” deixe de ser um substantivo para se transformar em verbo. Vamos começar? ONE, TWO, THREE, FOUR!

    O álbum começa com uma introdução bem faroeste. “The Good, The Bad And The Ugly” é intercalada com os gritos eufóricos dos espectadores, entoando o grito de guerra da banda em alto e bom som. E logo são pegos de surpresa ao ver a banda disparar um jam fulminante em “Durando 95”. Marky esbanja habilidade na batera, seguido por Johnny e C Jay. Podemos ver que a banda não veio para brincar.

    Impossível ficar parado, assim como é inevitável não gritar junto com Joey: “Lobotomy! Lobotomy! Lobotomy! Lobotomy!”. Já de cara vamos nos defrontar com “Teenage Lobotomy”, o que não deixa de ser uma boa desculpa para deixar seu rádio no último volume até o fim. Marky faz uma bela introdução, seguido pelas cordas furiosas de C Jay e Johnny. “DDT did a job on me/ Now I’m a real sickie/ Guess I’ll have to break the news/ That I got no mind to lose” explica a essência punk das canções dos Ramones. Falar podreiras é comum para bandas de street punk como os Ramones. As estrofes são repetidas incansavelmente durante os pouco mais de 1 min e 30 seg. de música, mas quem liga?

    Não perca o fôlego, ainda estamos na quarta música. “Psycho Therapy” chega com a mesma agressividade da música anterior. O álbum é uma seqüência de fazer suar a camisa de tanto sacudir o esqueleto, ou simplesmente “Ramonear”. Joey vem afirmando ser esquizofrênico e que vai matar alguém. “I’m a kid in the nuthouse/ I’m a kid in the psycho zone/ Psycho therapy/ I’m gonna burglarize your home” deixa claro o conteúdo “podre” que só uma música de puro punk rock pode ter.

    Certamente, como já havia dito lá em cima, esse é o hino do punk. Qual apaixonado por rock nunca berrou: “Hey, ho! Let’s go!”? Toda banda iniciante, principalmente no estilo, tem em seu repertório “Blitzkrieg Bop”. O público enlouquecido na platéia confirma minhas palavras ao entoar o grito como se estivessem adorando um deus (o que não deixa de ser verdade). Essa música por si só tem a alma da banda. Impossível não acompanhar tal música sem aquela rodinha básica na multidão. Não nos cansamos de repetir junto com Joey Ramone: “They're forming in straight line/ They’s going through a tight wind/ The kids are losing their mind/ The blitzkrieg bop!”, juntamente, é claro, com o grito de guerra do punk rock.

    As baquetas de Marky entram em ação para dar início a mais um hit empolgante da banda, com mais um grito de guerra prestigiado pelos amantes do quarteto. “Do You Remember Rock N Roll Radio?” vem alertando aos seus ouvintes que precisaríamos de mudanças para que o rock não virasse coisa do passado [“We need chage/ We need it fast/ Before rock’s just part of the past...], o que me leva a crer que os Ramones eram videntes.

    I Believe In Miracles” é uma das baladas Ramônicas que eu mais aprecio. A letra da música é muito boa, relatando um desabafo de seu autor. O refrão fácil nos faz refletir sobre nossos conceitos, nos bombardeando com perguntas sobre o por quê de o mundo ser desse jeito: “I believe in miracles/ I believe in a better world/ For me and you.”. Os instrumentos não soam muito agressivos aqui, mas e daí? A letra é mais um momento de reflexão, numa opinião particular. O Pearl Jam mandou muito bem fazendo cover dela no seu show em São Paulo, mas não se compara à emoção transmitida através da voz de Joey Ramone.

    Joey convoca C Jay a fazer a contagem para começar a dançante “Gimme Gimme Shock Treatment”. Mais uma vez a agressividade das baquetas de Marky mistura-se às furiosas paletadas de Johnny e C Jay, mais a voz rasgada de Jpey. Seu refrão, fácil e grudento, pede um tratamento de choque [Gimme, gimme shock treatment!], transparecendo a agonia de um punk enlouquecido que escutou um conselho de seu amigo.

    Marky termina a música anterior emendando com a introdução, juntamente com a chamada de Joey, dessa próxima canção: “Rock N Roll High School” intitula um filme estrelado pelos próprios músicos. A letra relata muito bem o repúdio deles pela escola, onde Joey afirma: “I just wanna have some kicks/ I just wanna get some chicks...”, pouco se lixando para os professores e para o diretor. Como todo punk, eles só querem “fun, fun”.

    Outro hino da banda, onde, se não me engano, Johnny pede para que o coloquem numa cadeira de rodas e o levem para um show. “I Wanna Be Sedated” nasceu de uma internação em que o guitarrista ficou numa cama de hospital, já não se agüentando de estar ali [Nothing to do/ Nowhere to go, oh/ I wanna be sedated...]. É uma parada obrigatória para quem começa a ouvir o som dos caras. Sua pegada empolgante e divertida, com certeza, não deixa ninguém parado onde quer que esteja.

    Uma das minhas preferidas. “The KKK Took My Baby Away” é uma ótima balada, com uma letra “desesperada”, contando o sumiço da mulher amada, culpando o Ku Klux Klan por tal fato. Johnny administra muito bem a introdução, juntamente com Marky, enquanto C Jay acompanha Joey no backin’ vocal do refrão chiclete: “The KKK took my baby away/ They took her away/ Away from me...”. Aquele que nunca dançou ao som de Ramones que atire a primeira pedra.

    Um riff despachado por Johnny inicia mais uma balada da banda: “I Wanna Live”. Outro desabafo estampado na letra, principalmente no refrão, que diz: “I give what I’ve got to give/ I give what I need to live/ I give what I’ve got to give/ It’s important if I want to live/ I wanna live/ I want to live my life...”. A música pode ser mais calma do que as anteriores, mas não deixa esfriar aquele que ainda não parou de se mexer descontroladamente.

    A empolgação retorna com “Bonzo Goes To Bitburg”. Johnny chama a banda com uma introdução na guitarra. Marky corresponde com uma bela introdução na bateria, juntando-se a eles C Jay e, logo depois, Joey. Uma letra politizada é cantada, reclamando das autoridades de terno e gravata. C Jay participa dos backin’ vocals que antecedem o pós-refrão[“(Oh no no no) My brain is hanging upside down/ (Oh no no no) I need something to slow me down”], que nos dá uma idéia de que o autor precisa de algo que o faça se acalmar diante a tantos problemas políticos.

    Too Tough To Die” soa mais como uma tiração de sarro. A afirmação “Halo around my head/ I’m too tough to die” transmite uma idéia de que só os mais fortes sobrevivem. A junção dos instrumentos com o refrão nos faz querer chacoalhar mais e mais, rodando a cabeça e mexendo o corpo da forma que nos convém.

    Minha preferida é a próxima. Não pare! “Sheena Is A Punk Rocker” está aí para garantir mais e mais agitação. A letra nos mostra a diversão da garotada em Nova Iorque, que adora sair pela noite e agitar. “But she just couldn’t stay/ She had to break away” nos relata que a menina não quer ficar de fora da diversão. Os acordes soam muito bem, dispensando comentários para a bateria de Marky Ramone. Joey administra muito bem o vocal com ótimos improvisos, agitando a já agitada canção.

    Não. Não há tempo para respirar e nem beber uma pouco d’água, pois “Rockaway Beach” está por vir. Eles querem muito mais diversão, indo pegar uma carona para a praia: “It’s not hard/ Not far to reach/ We can hitch a ride to rockaway beach”. E dá-lhe paletadas em conjunto com baquetadas. Isso é Ramones!

    Um clássico está prestes a ser disparado. Joey pergunta: “Anybody here seens Stephen King’s Pet Sematary?”. Logo após a resposta do público, C Jay faz a contagem, num ritmo mais lento do que nas vezes anteriores. Começa, então, “Pet Sematary”, balada clássica, que leva o nome do filme de Stephen King. É uma música lenta comparada às anteriores, mas em hipótese alguma subestime o hit. Uma letra sombria e assustadora, mas interessante. Nem pense em diminuir o volume do seu rádio.

    Don’t Bust My Chops” vem com uma melodia calma, mas não menos empolgante. Joey explode com palavras nesses versos “I’m sick and tired of you calling me names/ I'm sick and tired of your childish games...”, deixando, bem claro, sua indignação quanto a sua parceira. “Don’t bust my chops/ Baby, don’t bust my chops...”. A banda conduz muito bem o ritmo “lento” da faixa.

    Voltamos à empolgação. “Palisades Park” começa com um belo trabalho dos pratos de Marky. Uma canção animada até na letra, um tanto quanto emotiva. “You’ll never know how good it just can feel/ ‘Til it stops at the top of the ferris wheel/ I fell in love, down at the Palisades Park.” Dançante do começo ao fim. Um belo trabalho harmônico entre a banda quando acontece uma pequena parada no refrão.

    Joey convoca o pessoal a cantar com ele em “Mama’s Boy”. Mais uma introdução perfeita da banda, com destaque para a bateria de Marky. Digamos que nessa faixa você possa ir beber um pouco de água, mas só um pouco para não perder tempo e nem ficar mal na hora de voltar a se sacolejar. Destaque para o refrão “Mama, Mama, Mama, Mama, Mama’s boy!”, que fica gravado na cabeça por um bom tempo.

    Depois de descansar, se prepare pra voltar a se agitar. Johnny puxa a introdução de “Animal Boy”, música que é uma boa desculpa para abrir aquela rodinha com o pessoal. A letra é um pouco agressiva, mas ele afirma não ser um bruto: “I don’t have a monkey’s brain/ I’m not an animal...”. Nós acreditamos em você, Joey.

    C Jay decide soltar a voz em “Wart Hog”. Agressividade até na letra, é outra pedida para pogar. “Sick, sick, sick/ It’s the price I pay/ It’s a sick world/ What can I say?” nos passa a mensagem de que o autor estava passando um momento difícil, provavelmente por conseqüência de uso de drogas e muita farra [“Drugs and bitches and junkies and fags...”], afinal eles são punks.

    Animação é o que podemos esperar nessa próxima música. “Well everybody’s heard about the bird...” é a chamada de Joey Ramone para “Surfin’ Bird”, um dos melhores covers que eles fizeram e que, realmente, não nos deixa ficar parados. “Don’t you know about the bird/ Well, everybody knows that the bird is the word...” é um refrão que não cansamos de repetir, além dos sons que Joey faz após a parada que a banda faz.

    Johnny, juntamente com Marky, fazem a introdução de “Cretin Hop”. O baterista mantém seus contra-tempos furiosos enquanto as cordas de C Jay e de Johnny se mantém agressivas, acompanhadas pela voz de Joey. A letra expressa a vontade de dançar uma dança cretina, completando com os seguintes versos: “One, two, three, four/ Cretins wanna hop some more/ Four, five, six, seven/ All good cretins go to heaven”. Dancemos a dança dos cretinos, então.

    I Don’t Wanna Walk Around With You” é rápida e repetitiva. O nome da música é repetida até o seu fim, mas não tem importância: o negócio é relaxar e gozar. Depois de tantas afirmações, uma pergunta para intercalar [“So why you wanna walk around with me?”]. O negócio é fazer aquela rodinha esperta ao som dos caras.

    Today Your Love, Tomorrow The World” começa, também, com a explosão da harmonia entre os instrumentos da banda. Digamos que haja um jogo de informações nessa letra, que diz: “I’m a nazi schatze/ You know I fight for fatherland...”, com o título da música, muito ambicioso, por sinal. Afinal de contas, o mundo também era objeto de desejo no Terceiro Reich, não é?

    Outra música com outro famoso grito de guerra da banda. “Gabba, Gabba, we accept you/ We accept you/ One of us!”. Começa “Pinhead”, onde podemos encontrar uma introdução bem legal na bateria, e acordes bem trabalhados. É legal acompanhar Joey em “D-U-M-B/ Everyone’s accusing me!” e melhor ainda no grito final: “GABBA, GABBA, HEY! GABBA, GABBA, HEY!”

    Somebody Put Something In My Drink” é disparada logo em seguida. Uma viagem causada por algo estranho em uma bebida [“Blurred vision and dirty thoughts/ Feel out of place/ Very distraught/ Feel something coming on...”] O refrão é fácil de assimilar e não se surpreenda ao pegar-se cantando “Somebody/ Put something/ Somebody put something in my drink...”.

    Beat On The Brat” cheira a apologia à violência já no começo: “Beat on the brat/ Beat on the brat/ Beat on the brat with a baseball bat/ Oh yeah, Oh yeah/Oh oh...”. Talvez o autor tenho tido suas razões para fazer tal afirmação, pois diz: “What can you do?/ What can you do?/ With a brat like that always on your back/ What can you do?”. Talvez ele tenha tido o infortúnio de ter sido chateado por um pivete qualquer e nos mostra nessa faixa super legal.

    Essa, com certeza, merece uma rodinha. “Judy Is A Punk” é bem divertida, como não poderia deixar de ser. Mas por que ‘Judy is a punk’ se ele mesmo diz que, quem na verdade é uma punk é a Jackie e Judy é uma anã? Vá entender...Enfim, a música é bem agitada, do início ao fim. Mais um porradão disparado pelo quarteto de Nova Iorque. O autor fica indignado quando diz: “They both went down to Berlin/ Joined the Ice Capades/ And I don’t...”. Quem é mais punk: Judy (Jackie, no caso) ou Sheena?

    Chinese Rock” conta que o cara está vivendo em uma casa caindo aos pedaços [“The plaster’s fallin’ off the wall/...I should’ve been rich...”] É uma boa música, longe de ser descartável, mas passa despercebida no álbum.

    A animação é retomada em “Love Kills”, na voz de C Jay Ramone. A letra é de impacto, contando a história de um casal viciado em drogas. A música ainda alerta sobre o uso de drogas [“Drugs don’t ever pay/ You really did it your way...”]. Muito boa, por sinal. Não é uma das faixas principais, mas vale a pena ouvi-la, mesmo porque passa uma mensagem legal.

    Johnny apresenta o riff da última música do álbum: “Ignorance Is Bliss”. Uma faixa digna para acabar um Cd do caralho. Letra foda e ritmo foda, terminando a sessão de rodinhas durante essas 33 faixas. “What’s happening to our society?/ Desintegration of humanity/ Destruction of the environment...” é o que sempre nos questionamos. Um final “ramônico” para os amantes de rock e, principalmente, de qualquer forma de vida.

    E assim terminamos. Sabemos que os Ramones vêm morrendo, um a um: Joey morreu em 2001, vítima de um câncer linfático que o acompanhava por anos. Em 2002 morre de overdose Dee Dee e, recentemente, em 2004, Johnny nos deixa, devido a um câncer na próstata. Mesmo assim, a cada ano que se passa, mais e mais pessoas começam a amá-los, pois é impossível deixar de gostar dos Ramones.

    Deixo aqui meus agradecimentos aos Ramones por terem existido e contribuído para o rock mundial. Ninguém se vai se ainda houver alguém que esteja aqui para lembrá-lo. Nunca teremos vergonha de entoar, em alto e bom som: HEY, HO! LET’S GO!

    Marcadores:

    posted by Vitor at 11:15 PM

    10 Comments:

    Anonymous Zero disse:

    Porra, apesar de meio grande, ficou do caralho a resenha. É meio difícil resenhar cds ao vivo.

    Mas entonce. Você esqueceu de falar que o Joey escreveu a letra de "The KKK Took My Baby Away" por causa que o Johnny tinha roubado a namorada dele (do Joey). Aí, como o Johnny era de direita, ele trcou Johnny por KKK.

    E "Too Tough To Die" foi escrita, penso que para o Johnny... Ou para o Marky, naõ lembro... Porque ele tinha quase morrido em decorrência das drogas. Mas não, ele era duro demais para morrer.

    Enfim, viva Ramones, uma banda que nunca vai morrer no coração de quem gosta. "Ramones", "Rocket To Russia", "Mondo Bizarro" entre outros são alguns dos melhores discos já gravados.

    Falou aí, garoto.
    Braço.
    \o

    11:43 PM  
    Anonymous augustinho_ disse:

    enfim ramones é ramones,é do caralho e dispensa comentarios.

    12:39 AM  
    Anonymous sam disse:

    ramones é foda bagarai, maluco!
    e a resenha tá foda seu malako makako.
    abraço do cô di barro.

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