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    sábado, março 18, 2006
    Discografia Comentada: Guns N' Roses


    Com certeza todos já ouviram ao menos uma música do Guns, seja ela uma balada de sucesso, seja ela uma música nem tão conhecida. Ou seja, todos já tiveram sua fase de “Gunner” (ou quase todos). Para os amantes da banda, Axl Rose deu uma séria mancada desfazendo o panteão que compunha o grupo, talvez por questão de destaque, talvez por rincha interna, vai saber...
    Os integrantes da formação clássica, ou seja, aqueles que faziam parte da banda entre 86 e 87, juntaram-se a partir de duas outras bandas: LA Guns e Hollywood Rose, de onde tiraram o nome do grupo que seria denominado “o mais perigoso do planeta”.
    Nos primórdios da banda, Axl contava com Izzy, na guitarra base, Tracii Guns, na guitarra solo, Rob Gardner, na batera, e o genial Duff McKagan, comandando as quatro cordas. Duas peças essenciais foram mexidas: Gardner dava lugar ao sensacional Steven Adler, enquanto Tracii abria alas para a entrada do cara que, para muitos seria a alma da banda. Um tal de Saul Hudson, mundialmente aclamado pelo seu apelido, Slash. Estava saindo do forno a banda que fez e faz história, mesmo ainda na geladeira do rock.

    Começamos em 1986, quando a banda lançava seu EP, o “Live!?*@ Like A Suicide”. Quatro músicas ao vivo, onde diversas fontes, incluindo Axl, dizem terem sido gravadas em estúdio, adicionando-se os áudios da galera na platéia vibrando ao som infernal e agressivo da banda. São 4, mas falam por muitas. Dois covers mais do que esplêndidos (“Nice Boys”, da banda Rose Tattoo, e “Mama Kin”, da trupe de Steven Tyler) dividiam o álbum com a porrada intitulada “Reckless Life” e “Move To The City”, maravilhosamente sem comentários. Esse álbum seria, mais tarde, relançado. Indispensável ouvir tais músicas, que retratam o espírito do Hard Rock do fim dos anos 80. O vocal rasgado de Axl, guitarras mais do que sujas de Slash e de Izzy, baixo bem trabalhado que só o Duff pode nos proporcionar, e a agressividade na percussão de Steven mostram que os jovens rapazes da banda não queriam apenas esbanjar rebeldia. Eles queriam os prazeres que só o rock’n’roll pode nos ofertar.

    Como revelação do fim da década, a banda assina com a Geffen Records e começa a abrir shows de bandas já renomadas, como Rolling Stones, Metallica e Aerosmith.
    Podemos classificar o próximo álbum como indispensável para aqueles amantes do Hard Rock. “Appetite For Destruction”, de 1987, não foi apenas mais um Cd de rock, onde rapazes falam suas sacanagens e experiências com drogas. Foi nada mais, nada menos do que um dos melhores álbuns da história do rock, estando na lista dos mais vendidos dos últimos tempos, aumentando sua lista de ouvintes com o passar dos anos. Uma obra prima da banda que foi censurado em alguns países por causa de sua capa, tendo, então, que ser coberto com uma outra capa, preta, com uma cruz e os rostos em forma de esqueleto de cada um deles. Riffs e refrões históricos fazem parte desse álbum que, para muitos, foi o único que prestou da banda.
    É uma porrada atrás da outra, iniciando a seqüência com a mais do que clássica “Welcome To The Jungle” até a sensual “Rocket Queen”. Hits obrigatórios do álbum são: “Mr. Brownstone”, “My Michelle”, “Think About You” (não tão conhecida, mas DEMAIS!), a lendária “Paradise City” e, é claro, o hino que identifica a banda, se duvidar, até em Marte: “Sweet Child O Mine”. Essa última, com certeza, até seus pais gostam e cantam o refrão juntamente com Mr. Rose. Foi um hit que carimbou o passaporte dos caras para o mundo da fama. Seu riff reconhecível em qualquer lugar, a qualquer hora, e obrigatório para aqueles moleques que ganharam sua primeira guitarra de aniversário, foi premiado como o melhor riff da história do Rock! Não há o que questionar se tratando de Slash e companhia. Pergunte se um dos mais de 20 milhões de fãs que compraram esse álbum estão arrependidos...

    No ano seguinte, em 1988, é lançado o “GNR Lies”, onde foi incluído as 4 faixas do EP da banda, juntamente com outras 4 faixas acústicas inéditas: a balada romântica “Patience”, muito requisitada no dia dos namorados e com um solo mais que demais de Slash, não podendo ser descartada num repertório de lual; “Used To love Her”, com uma letra trágica e um tanto quanto engraçada; Uma versão mais calma da bordoada “You’re Crazy”, do álbum anterior; e a polêmica “One In A Million”, onde Axl descreve como foi recebido em LA. Segundo os integrantes, eles gravaram muito bêbados. O álbum vendeu 8 milhões de cópias, o que mostra que foi bem aceito entre os fãs da banda. Claro que não chegou nem aos pés do lançamento anterior, mas é uma compra indispensável para um fã, afinal o EP não foi lançado em alguns países, e só no “Lies” você pode encontrar essa raridade. Só um clipe foi feito, e a escolhida foi “Patience”, que não deixa de ser uma boa pedida para aprender a tocá-la no violão.

    Depois de se firmarem no cenário mundial, a banda lança, em 91, dois álbuns simultâneos: “Use You Illusion I” e “Use Your Illusion II”. Contando, cada um, com um cover (“Live And Let Die”, de Paul McCartney, no UYI I, e “Knockin’ On Heavens Door”, de Bob Dylan, no UYI II), o primeiro vendeu 1 milhão de cópias a menos do que o segundo, cujo número atingiu 8 milhões. Os caras entram em uma super turnê de 2 anos, mostrando pelo mundo hits mais trabalhados que compõem tais discos. Algumas modificações foram feitas na banda: Adler foi expulso, pois se drogava demais, dando lugar ao baterista do The Cult, Matt Sorum, atual Velvet Revolver, que enfrentou, logo de cara, a segunda edição do festival brasileiro “Rock In Rio”, onde se apresentaram por duas noites; Izzy deixa a banda para fazer trabalho solo. Ocupando seu lugar chega Gilby Clark; Dizzy Reed assume os teclados da banda. Em 92 é gravado um show em Tóquio, que mais tarde daria origem aos DVDs “Live In Tokyo” 1 e 2.
    Vários hits desse duplo lançamento mexem com a cabeça das pessoas até hoje, seja o belíssimo clipe da belíssima música “November Rain”, seja a balada romântica “Don’t Cry”, lançada com duas letras, uma em cada álbum, seja a porrada “You Could Be Mine”, trilha sonora de “O Exterminador do Futuro II”, ou até mesmo as menos cogitadas “Right Next Door To Hell”, “Bad Obsession”, “Dust N’ Bones”, “Dead Horse” e “You Ain’t The First”, e as que originaram clipes “The Garden” e “Garden Of Eden”, do Illusion I, e as lindas “14 Years”, “Breakdown” e “So Fine”, do Illusion II. Não podemos esquecer da épica “Civil War” e dos clipes de “Yesterdays” e “Estranged”, outra música digna de um lugar especial no repertório de músicas dos fãs.

    Entre vários escândalos, como o de Izzy mijando no corredor de um avião, Axl descendo do palco para bater num cara que tirava fotos suas da platéia e os desentendimentos com o trio de Seattle num VMA, a banda lança em 93 “The Spaghetti Incident?”, composta de covers de bandas punks adoradas pelos músicos do grupo. Digamos que foi o mais fraco de todos os álbuns lançados por eles até então. Não eram sons originais dos caras, logo acarretou uma venda de 4,7 milhões de cópias. A nível de Guns N’ Roses, na época, era muito pouca coisa.
    A primeira faixa é que tem o maior, senão o único, destaque no Spaghetti: “Since I Don’t Have You”, cover da banda The Skyliners. Seu clipe, a meu ver, foi uma produção tosca que não fez jus à banda. Slash, como sempre, mandando muito bem nos riffs, conquistando cada vez mais o carinho dos fãs.
    Resumindo: o álbum é muito fraco, um “fim” catastrófico para a banda mais perigosa do planeta.

    Seis anos se passaram e nenhuma novidade foi lançada até então. Em 1999 foi lançado o álbum duplo “Live Era”, que reunia as melhores apresentações da banda entre 87 e 93, contando com a belíssima “It’s Alright”, cover do Black Sabbath. Um belo trabalho para matar a saudade da banda, que passava por crises internas. Nesse ano a banda também faria um cover da música dos Rolling Stones, “Sympathy For The Devil”, para ser trilha do filme “Entrevista com o Vampiro”. Gilby deixava a banda, por motivos que nem ele mesmo soube explicar, dando lugar ao ex-guitarrista do Nine Inch Nails, Robin Finck. Então, depois de várias intrigas, a banda perde as suas principais estrelas: Slash e Duff deixam a banda por divergências com o líder e então dono do nome ‘Guns N’ Roses’, Axl Rose. Sorum também foi chutado, ficando, assim, apenas Axl e Dizzy da formação de ouro do Guns. A nova formação gravaria a música “Oh My God” para o filme “O Fim dos Dias”, estrelado por Arnold Schwarzenegger.

    Mais 5 anos e nada de novidades. Em 2004 a gravadora e os ex-integrantes passam por uma briga judicial com o vocalista para poderem lançar um cd com os maiores hits da banda, o “Greatest Hits”, que conta com o cover dos Rolling Stones, feito para o filme. O que um dia foi a banda mais perigosa do planeta agora cheirava a uma jogada de marketing de Mr. Rose. Os ex-integrantes formam o Velvet Revolver, cujo álbum de estréia (“Contraband”) vende mais do que a coletânea gunner.


    E agora estamos em 2006, esperando que a promessa do tão aguardado “Chinese Democracy” seja cumprida. A nova banda, com Finck e o estranho, mas habilidoso Buckethead nas guitarras solo, que deixou a banda em 2004 por falta de shows, fazendo com que a banda não participasse da quarta edição do Rock In Rio, que aconteceu em Lisboa; Paul Tobias na base, que já não fazia mais parte da banda quando fizeram a espetacular apresentação nos palcos do VMA 2002, onde poucas 5 pessoas sabiam da atração secreta, dando lugar ao jovem Richard Fortus, que lembra muito o físico de Izzy Stradlin, chegando a ser confundido por muitas pessoas; Tommy Stinson no baixo; Brian Mantia na bateria, Dizzy nos teclados e Chris Pittman nos efeitos eletrônicos, faz uma apresentação triunfante para 250.000 espectadores na terceira edição do Rock In Rio. Algumas músicas novas foram tocadas no festival, como a já conhecida “Oh My God”, a auto-descritiva “Madagascar”, a mais do que linda “The Blues”, digna de estar ao lado de “November Rain”, e a faixa que dá ao nome ao álbum fantasma, “Chinese Democracy”. Outra música tinha sido exposta ao público, num show surpresa, feito em Las Vegas no Reveillon de 2000/2001, a música “Rhiad And The Bedouins”. Tais músicas me fazem crer que o tão aguardado Cd vai ser demais. Em 2005 uma faixa do Cd vaza nas rádios e logo estaria disponível pela Internet: era “IRS”, mostrando que Axl estava mais vivo do que nunca. Em 2006, mais uma música vaza, mas agora pela Internet. “Better” é uma música que acende uma chama de esperança dentro dos corações dos fãs mais fanáticos da banda.

    O depoimento do ex-guitarrista Slash sobre o lançamento do "Chinese Democracy", juntamente com a confirmação de shows em festivais na Europa nos fazem crer que em breve veremos uma Guns N’ Roses na ativa, mas agora é pra valer. Será que Mr. William Bailey conquistará seus fãs de volta? Será que existe vida no Guns N’ Roses após a saída de Slash, que para muitos era quem sustentava a banda? Será que em algum dia chegaremos a ouvir as letras cantadas por Axl no Chinese Democracy? Será que os novos integrantes conquistaram os fãs ansiosos por novidades da banda? Essas perguntas só poderão ser respondidas com o tempo e um pouco de boa vontade do nosso querido ruivão, alvo de várias piadas pela fase em que passou fora de forma e cuidando de seu corpo de 40 e poucos anos. Nós, fãs de Guns N’ Roses, vamos até o fim com a banda que nós amamos, mesmo que um dia ela nunca mais seja a mesma (já não é, mas enfim...). Enquanto isso, não custa nada matar a saudade ouvindo os Cd, vendo os DVDs, baixando shows raros pela internet ou fazendo o que for, tudo pelo Guns N’ Roses, a banda mais perigosa do planeta.

    Marcadores:

    posted by Vitor at 11:44 PM

    9 Comments:

    Anonymous Srta. Camila disse:

    Oiiii...legal o blog.....meu legal o assuntu sobre o guns n' roses.....eu gostu muiiito dessa banda.....
    bjinhus keridu Vitor.....
    vc sabe q eu gostu muiiiito di vc tahn...
    xau

    1:12 AM  
    Anonymous zero disse:

    tá aí... o Guns And Roses foi uma grande banda, responsável por um dos maiores e melhores álbuns de todos os tempos (não me pergunte qual, você já sabe a qual eu me refiro) e grandes canções... mas a egocentria de AXL em querer fazer uma banda-solo para suas excentricidades tornou o nome do Guns apenas um nome esquecido no panteão do Rock. Hoje em dia existe apenas uma pretensa piada, querendo ser séria, mas que anda enrolando há tanto tempo que não dá mais para confiar...

    Bela discografia comentada, Veetu \o

    1:18 AM  
    Anonymous Paula disse:

    Amei a resenha!
    Tô arepiada até agora.
    Guns é mesmo uma puta banda,que amo de paixão.
    Espero ansiosamente por Chinese Democracy. Tomara que Axl dê conta do recado.
    =*

    1:20 AM  
    Anonymous Dark disse:

    eu nao acho q seja a banda mais perigosa do planeta UAIEhiuAEHuieAHiuheaIu acho q ate pelo contrario AEUIhuAEIHuieaH

    + foi uma boa banda, apesar do estrelismo do Axl e ele ainda insistir com essa bobagem de Chinese Democracy... Guns sem Slash não é nada.

    12:57 PM  
    Anonymous nara disse:

    odeio guns, cara

    7:01 PM  
    Anonymous Dark disse:

    boa nara! por isso q eu adoro essa garota xD

    10:44 PM  
    Anonymous nara disse:

    ah meu, mas é moh chato, aff, num aguento mais esses caras ¬¬

    10:18 PM  
    Anonymous nara disse:

    estou preocupada com esse blog.

    8:08 PM  
    Anonymous Anônimo disse:

    ola meu nome raylander.
    eu adoro o guns n roses
    mesmo sem slach,duff,matt,gilby.
    mas o guns continua na parada
    e não pode para
    meu sonho era q o grupo antigo
    tivesse reunido
    prq aqle robin finks não toca porra
    nenhuma os solos dele são uma merda
    pronto esse é o meu comentário
    obrigado pela a oportunidade
    xau

    11:23 PM  

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