colaboradores

BERNARDO
18 anos, RJ
+ info

NARA
16 anos, SP
+ info

LUDEN
15 anos, SP
+ info

SAM
16 anos, SP
+ info

VITOR
18 anos, RJ
+ info

LIZ
15 anos, RJ
+ info

NAT
17 anos, SP
+ info

GABO
16 anos, SP
+ info


Previous Posts

a r q u i v o s

  • Janeiro 2005
  • Fevereiro 2005
  • Março 2005
  • Abril 2005
  • Maio 2005
  • Junho 2005
  • Julho 2005
  • Setembro 2005
  • Outubro 2005
  • Novembro 2005
  • Dezembro 2005
  • Janeiro 2006
  • Fevereiro 2006
  • Março 2006
  • Abril 2006
  • Maio 2006
  • Junho 2006
  • Julho 2006
  • Agosto 2006
  • Setembro 2006
  • Outubro 2006
  • Novembro 2006
  • Dezembro 2006
  • Janeiro 2007
  • Fevereiro 2007
  • Março 2007
  • Abril 2007
  • Maio 2007
  • Junho 2007
  • Julho 2007
  • Agosto 2007
  • Setembro 2007
  • Outubro 2007
  • Novembro 2007
  • Dezembro 2007
  • Janeiro 2008
  • Fevereiro 2008
  • Março 2008
  • Abril 2008
  • Agosto 2008
  • Setembro 2008

  • L    i    n    k    s

  • Google News
  • Rock Town Downloads!
  • ~Daia.no.Sakura
  • Young Hotel Foxtrot
  • É Rock And Roll, Baby
  • Musecology
  • O Resenhista
  • Dangerous Music No Orkut

  • B    U    S    C    A


    L i n k    U s




    c r e d i t o s

    Powered by Blogger
    Design by Nara

    segunda-feira, fevereiro 27, 2006
    Blink 182 - Dude Ranch

    Podemos dizer que 1996 foi o ano em que o Blink 182 começou a traçar seu caminho para o sucesso. Dois anos antes a banda começava a trilhá-lo, lançando seu primeiro cd independente, o Buddah, no mesmo tempo em que morria Kurt Cobain, no auge de sua banda, e também no mesmo período em que o pop-punk (ou “punk pirulito”) estava começando a ganhar espaço com o lançamento do álbum "Dookie", do Green Day. O punk já fugia de sua ideologia, mas seu ritmo rápido era adotado pela banda californiana em questão. Em 1995 a banda lançaria seu segundo álbum, "Cheshire Cat", e começava a ganhar mais espaço no cenário punk rock/ hard core, sendo a grande atração dos festivais de verão norte-americano, a Warped Tour, juntamente com outras bandas de seu estilo.

    1996 foi realmente o ano em que o estopim da banda foi aceso. Era lançado o Dude Ranch com um selo não mais independente. O trio de San Diego Tom DeLonge (guitarra/vocal), Mark Hoppus (baixo/vocal) e Scott Raynor (bateria) decolaria para o sucesso de ali por diante já com um clipe na MTV 2, da música “Josie”, seguido pelo vídeo clipe do hit “Dammit”. Scott Raynor deve estar lamentando até hoje ter deixado a banda por não despontarem definitivamente para o estrelato.

    A moda entre bandas do estilo do Blink 182 é falar sobre os relacionamentos amorosos, desilusões, farras e bebedeiras de adolescentes. Prova disso se encontra na primeira faixa do álbum, “Pathetic”. A música começa com um disparo de enlouquecer, juntando a pegada na bateria de Scott, o riff de Tom e o baixo de Mark. O guitarrista e o baixista dividem os versos da música entre si, citando a letra que fala sobre um garoto que brigou com a namorada e ficou sabendo que ela o chamou de patético. O pré-refrão fica na cabeça, mas não tão quanto o refrão, quando ambos dizem “Don’t pull me down/ this is where I belong/ I think I’m different/ This is where I belong”, sucedidos do riff inicial da música. Boa pedida para aqueles adoradores de pôgo.

    Ser engraçadinho também conta. “Voyeur” não me deixa mentir. A bateria faz a introdução e DeLong entra cantando com uma distorção suja na guitarra. Ora, o que esperar de jovens que tocam em bandas de pop-punk? Letras engraçadas. A letra retrata a rotina de um garoto que espia sua vizinha trocando de roupa e sabe toda o dia-a-dia dela. “Right after supper/ her brother shower’s twice a week/ He kicks my ass so much/ that fucking white inbred” é o que ele relata sobre o irmão de sua vizinha. Não podemos esquecer do solo de Mark Hoppus no fim da música, mostrando que ele não é apenas mais um rostinho bonitinho na banda.

    Todo fã de Blink 182 conhece muito bem o riff da próxima música. “Dammit”, com certeza, é um dos melhores hits da banda. Cantada por Mark, a música deixa seu riff estampado na mente de quem a escuta. O clipe realmente é hilário, mostrando o desespero do baixista ao ver sua ex-namorada com o atual namorado no cinema. Ele faz de tudo para chamar sua atenção, diferente da música, onde ele diz: “And I will smile/ And you’ll wave/ we’ll pretend it’s ok/ The charade/ It won’t last/ When he’s gone I won’t come back”, descartando-a definitivamente. Segue o refrão, também grudento, terminando a música com o riff empolgante.

    Mais uma introdução empolgante abrindo a próxima música: “Boring”. Após Tom despachar o riff, entra a bateria rápida de Scott, não deixando o baixo de Hoppus, distorcido, para trás. No refrão ele deixa claro que não dará mais sua confiança para tal garota, cantando: “No trust/ All I got is lies/ Boring/ Alright”. Depois de cantar o refrão pela segunda vez, o ritmo dos instrumentos diminui, voltando para a agressividade do começo. Como não poderia deixar, uma gracinha estava prestes a vir: sons de uma pessoa mandando beijo, seguido de um relincho, terminam a música.

    Comparada com as quatro músicas anteriores, “Dick Lips” é mais calma. Como afirma Tom DeLonge no cd ao vivo: “Essa música é sobre quando eu bebi muito e fui expulso do colegial...”, a música é um pedido de desculpas aos seus pais por ter feito isso. A introdução é calma, guitarra limpa tornando-se distorcida logo após a virada da bateria, mas sem alterar o ritmo. Ele próprio assume que errou quando diz: “Nothing to lose/ A boy who went out when he finished all his chores/ Nothing to do/ They can’t trust me/ Because I blew it once before”, terminando a música logo em seguida.

    Waggy” começa, também, com um riff legal, mas não tão empolgante como o da terceira música. Digamos que essa música está no mesmo nível do que a anterior, diferenciando-se apenas pelo toque emo que carrega em sua letra, levando-a a ser uma baladinha. Mais uma vez Mark Hoppus solta a voz, enquanto os outros dois comandam muito bem seus respectivos instrumentos. “It’s never over ‘till it’s done/ And I don’t think that you’re the one” é repetido seguidamente no fim da música, cantado em parceria pelos dois vocalistas.

    A próxima música parece que iria dar continuidade ao ritmo de baladas no cd, mas se engana quem pensou isso. Como diz o ditado: “As aparências enganam” e é verdade. “Enthused” começa com um belo trabalho entre as quebradas da bateria e da guitarra. Logo após alguns segundos de introdução, começa o ritmo empolgante num estilo hard core californiano nato. Mark Hoppus participa muito bem dos backin’ vocals, sem deixar a peteca cair, no baixo. A música retrata uma acusação sobre uma garota que, segundo Tom DeLonge é “preguiçosa e relaxada”. O refrão está aí para afirmar: “She doesn’t care at all/ She doesn’t care at all/ She doesn’t care about those times we never shared at all”. Não fica muito longe de ser um dos melhores hits do álbum.

    Uma introdução calma e sem distorção dá início à “Untitled”, levando a crer que essa música também seria uma baladinha romântica. Não se iluda com esses rapazes. Após terminar a segunda estrofe, Tom DeLonge puxa a banda para tocar mais agressivamente puxando os acordes com uma guitarra já distorcida, enquanto Scott marca o tempo com seus contra-tempos. Pronto. Então DeLong começa a cantar: “But what do I get 'cause I just seem to lose/ You make me regret those times I spent with you...”. Mais uma vez não poderia faltar as gracinhas: gritinhos histéricos terminam a faixa emotiva.

    Sem dúvida essa é uma das melhores faixas do álbum. “Apple Shampoo” começa com uma conjunção de pratos, guitarra e baixo, seguidos pela voz de Mark Hoppus e um belo trabalho em um baixo distorcido. Como a maioria das músicas do Blink, essa deixa transparente a essência emotiva. A música soa mais como um desabafo, principalmente quando ele diz: “She’s so important/ And I’m so retarded/ And now I realize/ I should have kissed you in LA...”. É um dos principais hits do Cd e tem uma pegada digna para quem adora abrir uma roda de pôgo. Ta aí uma música que deveria ganhar um vídeo clipe.

    Mais uma vez Mark Hoppus vem puxando uma canção no álbum, acompanhado dos backin’ vocals graves de Tom DeLonge. A bateria de Scott Raynor lembra muito as técnicas de Travis Barker, o que não o deixa muito atrás deste. Em “Emo” está claro, até no nome, a letra emotiva. A introdução é com uma guitarra distorcida, mas abafada. Mark canta pontos negativos no atual namorado de sua inspiradora quando diz: “And I don’t care/ He is such a dick/ He treats you like a stupid whore...”. A música é muito boa. Uma ótima preparação para um dos senão o principal hit do Cd.

    Josie” foi escrita por Mark Hoppus para sua namorada na época. Quem não quer ter uma ‘Josie’ para si? O ritmo rápido abre a música, junto da afirmação de Hoppus ao dizer que sua namorada o leva para casa quando ele está muito bêbado para dirigir. É uma das músicas do Blink que não te deixa ficar parado e é inevitável rolar um pôgo ao som dela. Tom faz uma pequena ponta na música recitada por Mark, que no clipe faz de tudo para impressionar uma garota no colegial, chegando a ser levado para o hospital depois de se dar mal numa pista de corridas com obstáculos. Ele reconhece o valor de sua namorada, tanto que diz: “She’s so smart and independent/ I don’t think she needs me...”. É uma faixa obrigatória de ser ouvida no Dude Ranch.

    A próxima música retrata a paixão do autor pela Princesa Leia, de Star Wars. “A New Hope”, também cantada por Mark Hoppus, tem uma introdução empolgante. Pena que a faixa não ganhou muito destaque, pois não fica de fora de ser uma das melhores faixas do álbum. Nela está estampado o espírito engraçado do trio ao relatar um amor utópico entre uma pessoa de carne e osso por um personagem de filme: “Every night I fall asleep with you/ And I wake up alone...”. O refrão gruda na cabeça como chiclete e a canção cai muito bem em doses altas com alto teor de último volume.

    Mais uma vez o teor engraçado da banda é exposto em “Degenerate”. A cozinha faz a introdução, bem calma, contando com a participação tímida da guitarra dedilhada de Tom. O ritmo vai calmo até chegar ao refrão, onde afirmam serem degenerados mesmo: “Don't like hesh/ don't like rap/ kicked ol' Sally cause she's fat/ I'm a jerk/ I'm a punk/ Took a shower cause I stunk/ Smoked a bong/ killed a cat/ had my nuts/ attacked by rats/ Dad got nude/ I wore a thong/ For a hobby/ I make bombs”. Quando você pensa que a música acabou, você se engana, pois o refrão é repetido de novo para, aí sim, dar fim a essa faixa hilária. O que se pode esperar de um trio de garotos adolescentes?

    O ritmo divertido se repete quando Tom DeLong puxa a introdução de “Lemmings”. Mark Hoppus volta a nos mostrar sua voz, acompanhando pelo riff da introdução ao fundo. É impossível ficar parado nessa música. A animação se mostra até mesmo na voz de Hoppus ao cantar o refrão: “Is it too much to ask for the things to work out this time/ I'm only asking for what is mine/ It wanted everything/ I got it now I'm gonna throw it away/ I'll throw it away yeah”. É empolgação do começo ao fim. A banda poderia voltar à ativa com esse espírito empolgante que deixou a desejar em seu último Cd.

    Finalmente, a última música. “I’m Sorry” fecha esse maravilhoso álbum com um começo digno de balada romântica, que logo é deixado de lado, dando lugar ao hard core. A música passa um ar de despedida até na letra, que se mostra como um consolo para a pessoa que inspirou o autor. O ponto que chama atenção e dá essa característica melancólica na música é esse: “And I know you’re down/ I’ll see you around/ And I know it hurts/ But you’re just getting older...”. Mark Hoppus, além de esbanjar habilidade com um baixo distorcido, participa da música recitando o nome da música 16 vezes quando a canção se encaminha para o fim. Como não poderia terminar sem um toque “Blink 182”, a faixa termina com um diálogo entre um homem e seu cão, que acaba por lamber a água da privada onde o rapaz acabara de urinar.

    O Blink 182 terminou. Alguns torcem por um eventual retorno (assim como eu), mas queremos um Blink dos tempos do "Cheshire Cat" e, principalmente, do "Dude Ranch". Seu último álbum em estúdio, Blink 182, deixou muito a desejar, fugindo muito (diga-se totalmente) do seu estilo hard core brincalhão. Vamos torcer para que isso aconteça, mesmo sendo uma possibilidade muito remota.

    Curiosidades: Esse foi o último álbum com Scott Raynor nas baquetas da banda, dando lugar a Travis Barker, assumindo a posição nas gravações do álbum seguinte, "Enema Of The State".

    Marcadores:

    posted by Vitor at 11:51 PM

    7 Comments:

    Blogger bêr disse:

    Opa, Vitu, diga-se de passagem, começou com o pé direito, resenhou muito bem um cd que dispensa comentários.

    "Dude Ranch" é sim um puta de um álbum, tocado com garraaa, por uma banda que sabia o que estava fazendo, mesmo fazendo um som tão básico assim.

    Mas não condeno o último disco; acho que a banda vinha seguindo um caminho natural que acabou caindo em um álbum mais trabalhado e melancólico... A ressaca de tanta bebedeira e alegria, né?

    Enfim, parabéns, e bem vindo à suruba... Digo, ao blog.

    Abraço ;D

    12:10 AM  
    Anonymous Iza disse:

    Há, esse cd é foda *-*
    eu sou apaixonada por Apple Shampoo, acho foda demaaais

    E faço minhas as palavras do Ber sobre o último álbum do blink... apesar de diferente do estilo normal da banda, é um bom disco - pelo menos eu acho.


    Ah, a resenha tá ótima! Seja bem vindo e continue assim ^^

    12:16 AM  
    Anonymous Lucas disse:

    Também não gostei do último CD, apesar de gostar de 2 músicas dele o ritmo deixou a desejar...
    Prefiro também aquele Blink antigo com um som mais legal e tal..
    Mas, se voltasse provavelmente continuaria nesse estilinho do último cd, mas aparentemente as bandas novas dele tão dando certo, então vamos ver o que acontece.

    12:21 AM  
    Anonymous augustinho_ disse:

    esse cd é foda, blink r0x mas to com preguiça de ler UUHAHA

    12:24 AM  
    Anonymous John disse:

    Ahhhhhhhhhhhh
    Uma resenha de..ahn.."punk" xD

    Boa boa ;DDDD
    Resenha muy foda..


    Agora falta uma do Bad Religionb
    *_*************************³2
    xD

    Flws ;D

    12:29 AM  
    Anonymous Anônimo disse:

    Nossa kra que bacana oque vcs escreveram do blink182,espero que vcs,não estejam tão tristes quanto eu fiquei quando soube da noticia,admito que chorei até não querer mais e quando pensei que já tinha chorado o suficiente chorei de novo,de novo e denovo.Descuçpe por está escrevendo isso mais o blink é e sempre vai ser a banda que enbalou toda minha adolescência.OBRIGADO.Camila soares Belém-PA-Guanábara.

    1:42 PM  
    Anonymous Anônimo disse:

    indian lesbian pussy lesbian chic lazy lesbian cartoon sex with lesbians hot lesbian anime girls india lesbian history index of images lesbian

    10:05 PM  

    Postar um comentário

    << Home

    _______________________________